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Criminal Love - 3ª Temporada "Estou sentada com os olhos bem abertos, me perguntando se me livrei de uma cilada ou se perdi o amor da minha vida." http://instagram.com/webfanficsjolari
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Giovanna: alguém me ajuda! — grunhi de dor e aos poucos os homens foram saindo do local. lari: giovanna. — carlos e eu corremos até ela. — gih... por favor. — susurrei com lágrimas já escorrendo pelo meu rosto. giovanna: lari... — pronunciei quase sem fala. carlos: você vai ficar bem. meu amor, aguenta firme por favor. giovanna: não... ah! tá doendo muito. — uma bala havia acertado o lado direito do meu peito e outra bem próxima ao meu pescoço. carlos: eu te amo, gih. eu te amo! vai dar tudo certo... — disse enquanto a abraçava, me sujando com seu sangue. joão: porra, parem de ficar que nem mulherzinhas chorando e liguem para o nosso médico, agora! ela perdeu muito sangue, e é arriscado locomovê-la daqui. — instruí. — agora eu vou pegar esses filhos da puta! — as luzes do ambiente finalmente foram acesas e tive um breve vislumbre de um dos invasores. pelo físico aparente, sei que não se trata do meu pai (leonardo), mas tenho absoluta certeza que ele está diretamente envolvido. com minha arma em mãos corri em direção ao homem de preto. empurrei a porta da entrada da boate usando o corpo e vasculhei o meu arredor, a sua procura. até que ouvi o som de passos apressados contra o asfalto. ele entrou em seu carro e deu partida. — porra, meu carro está no estacionamento. o que vou fazer agora? — então, avistei um pobre coitado descendo de sua moto. rapidamente o abordei e roubei seu veículo. subi no mesmo, e iniciei assim uma perseguição ao agressor. (enquanto isso) larissa manoela narrando: carlos pegou gih no colo e subiu rapidamente as escadas da boate, indo até uma cabine da área vip. mharessa e eu ficamos na entrada. dez minutos se passaram, e o médico finalmente chegou ao local. ele correu pelas escadas e em seguida mha e eu subimos também. o médico, pediu para carlos se retirar do quarto da cabine e o mesmo ficou nos esperando no corredor da área. (minutos depois...) eu estava de cabeça baixa olhando para as unhas, quando a porta do quarto finalmente foi aberta e o médico saiu me olhando. carlos: e então, a giovanna está bem? — perguntei desesperado. médico: eu sinto muito, mas.... #criminalove_imagine #jolari

comment 1,879 star 3,092 18 hours ago

Criminal love - capítulo 279 joão: todo mundo pro chão — vociferei. — e mirei no filho da puta que estava atrás da larissa. lari: joão! — gritei, obedecendo o seu comando. e então, um tiroteio se iniciou. a boate começou a ser invadida por vários homens, e todos começaram a atirar enquanto a multidão murmurava e gritava devido ao medo e o terror. joão atirava freneticamente em alguns dos homens de preto que estavam no salão e carlos tentou se aproximar de mim, mas um dos homens puxou seu braço, lhe acertando com um soco no nariz. senti meu braço ser apertado e olhei para um homem duas vezes mais alto que eu, ele me puxou com força querendo me arrastar. — me solta! — exclamei raivosa tentando me livrar de suas mãos. — me solta! — gritei ainda mais alto me debatendo e tomei um susto ao sentir algo rápido se chocar contra nós. era um dos seguranças do joão. ele deu um soco no homem, puxou meu braço e me jogou no chão com força, no intuito de me proteger. ouvi um tiro e olhei para trás vendo que o segurança acabara de matar o homem, que caiu imediatamente no chão. senti mãos sobre mim e olhei rápido, vendo carlos me puxar e me encostar na parede. carlos: fica aqui, lari. não se mexe. — ele me olhou pela última vez e me deixou novamente com o segurança. então, deslizei com as costas sobre a parede, e ao chegar no chão, abracei minhas próprias pernas, esperando este inferno acabar. os tiros estavam a todo o vapor. pessoas gritando, choravam e buscavam algum meio de se proteger das balas. meu medo parecia ter se multiplicado, e eu queria poder me agarrar em joão e me esconder atrás dele. em meio a todo o alvoroço e lamentação, um grito de dor ecoou; chamando minha atenção. chegava a ser agonizante. segundos depois, a pessoa tornara a gritar... e foi aí que meu coração disparou... — ah meu deus! — eu conhecia aquela voz. #criminalove_imagine #jolari

comment 331 star 2,574 18 hours ago

Criminal love - capítulo 278 (larissa manoela narrando: no ar, pairava um silêncio assombroso... e sob a penumbra, fitei inúmeros pares de olhos me encarando. todos estavam curiosos para saber o por que desta ser a única luminária acesa. neste momento, um barulho sugiu... era como se uma cadeira fosse puxada, ou portas pesadas sendo bruscamente fechadas. talvez uma mistura dos dois, não sei. a luz que estava acesa sobre mim, piscou... piscou... e de repente se apagou. tornando o recinto completamente fusco e sombrio. choros e gritos em desespero, ecoaram pelo salão... e apavoradas, sem saberem o que fazer... as pessoas começaram a ligar a lanterna de seus celulares. e a discarem para a polícia, clamando por ajuda. girei meus calcanhares, e me virei para trás à procura do joão. porém, o mesmo não se encontrava em meu campo de visão. em sinal de alerta, peguei minha bolsa que estava pendurada no encosto da cadeira, abri o fecho da mesma... e quando adentrei minha mão para retirar a arma... alguém gritou.) xxx: atenção! larguem os celulares, senão iremos atirar. — ordenei. lari: carlos, o que está acontecendo? onde o joão está? carlos: eu não sei... certamente, ele aproveitou da escuridão e saiu para tentar descobrir quem está fazendo isto. lari: e esta voz; sabendo de onde está vindo? — sussurei. carlos: acredito que do segundo andar, na área vip para ser mais exato. lari: eu preciso encontrar o joão. carlos: lari, fica quieta aí. se for quem eu estou pensando... você está muito encrencada. lari: mas... — resolvi não protestar, e segui o conselho que carlos me deu. ficando ali parada onde estava. (...) assustados, os frequentadores da boate, acataram a diretriz do cominador. e um silêncio pertubador, se apoderou novamente no local. de repente, senti um arrepio na nunca. os pelos da mesma se eriçaram, e fechei meus olhos com força tentando reprimir o medo que me rondava. senti alguém se aproximar... os passos estavam cada vez mais próximos... demasiadamente próximos. e... #criminalove_imagine

comment 245 star 2,613 18 hours ago

Criminal love - capítulo 277 carlos: já contou para ela man? — indaguei enquanto fitava mharessa e giovanna dançando. lari: me contar o quê? joão: lari, eu estou pouco me fod*ndo para o leonardo, alex ou zé felipe, mas... lari: espera... o que o zé felipe? foi ele mesmo que dedurou vocês? carlos: ainda não temos certeza, mas tudo indica que sim. joão: continuando... tem muita merda acontecendo de uma vez, e eu preciso de um tempo para assimilar tudo isso. então o carlos me sugeriu uma viagem. lari: vai me deixar sozinha aqui? — indaguei incrédula. carlos: claro que não idiota, sugeri a viagem para os dois. lari: tão delicado... carlos: tão burrinha. — revidei e ela fez careta. joão: preciso de tirar do país, pois apesar de não ter medo, eu temo por ti. e querendo ou não, minha mã... naira tem razão, é muito arriscado para você ficar aqui. e como eu estou precisando de umas férias, vamos juntos. lari: eu não sei se é uma boa idéia... já ultrapassei o máximo de faltas permitidas, e se continuar assim vou acabar perdendo a... — antes que eu pudesse terminar de falar, todas as luzes do recinto se apagaram e o ambiente se tornou preenchido por gritos de pessoas assustadas e suspiros coletivos de surpresa. a princípio, cheguei a pensar que era o famoso 10 minutos de "blackout"; mas carlos me informou que esta não era uma atração da boate. já não bastava a escuridão para deixar-me amedrontada, a única luminária que permaneceu acesa foi a que se encontrava exatamente acima de minha cabeça. todos me encaravam confusos, menos joão; que parecia estar ciente do que estava acontecendo. carlos: mas que porra é essa? — questionei. joão: ele está aqui. #criminalove_imagine #jolari

comment 2,691 star 3,828 2 days ago

Criminal love - capítulo 276 xxx: ficou maluca? — a olhei furioso e ela segurou o riso. lari: jojo, desculpa... não esperava te encontrar aqui. joão: que mãozinha potente hem. — resmunguei enquanto acariciava o local afetado. lari: desculpa, eu pensei que era algum tarado por bundas. — ele riu. joão: vou deixar passar desta vez. agora vem, o carlos achou um lugar para nos sentarmos. (...) carlos: fazia tempo que eu não vinha aqui. giovanna: nunca tinha vindo aqui antes. joão: eu já, trouxe algumas vadi... amigas, amigos. — tropecei nas palavras. — aqui. lari: sei... — revirei os olhos e puxei uma cadeira para me sentar. carlos: mano, o que é isso no seu rosto? joão: não te interessa. carlos: olha lá, ele gosta de apanhar. — zombei na brincadeira e ele rosnou. — uii te acamla aê dogzão. lari: se eu soubesse que vinham, tinha esperado para saírmos juntos. carlos: o senhor territorial aê ficou com ciúmes e veio te vigiar. — gih deu um pisão no meu pé. e aquela amiga da larissa se aproximou. mharessa: oi gente. — me aproximei. — não sabia que viriam. enfim... vão ficar parados aí, ou vou remexer esses quadrils e aproveitar? carlos: nem da idéia errada gatinha, que já esgotei o meu estoque de vergonha alheia. — alternei o olhar entre larissa e a giovanna. giovanna: ignora ele. — revirei os olhos. — agora vamos dançar. (larissa manoela narrando: me levantei da cadeira, e puxei joão para o centro da pista. a princípio, ele ficou ali parado que nem uma estátua. então, usei o meu poder de sedução e comecei a requebrar. envolvida no ritmo da música: confident justin bieber, movimentei meu corpo de um lado para o outro. por fim, joão envolveu seus braços em minha cintura e começou a se movimentar. ele mais me comia com os do que dançava... assim que a música terminou, joão puxou o meu braço, me guiando de volta à mesa.) joão: larissa, eu tomei uma decisão e nós precisamos conversar. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 515 star 3,002 2 days ago

Criminal love - capítulo 275 larissa manoela narrando: relutante, joão acabou por concordar... porém, estabeleceu as seguinte regras: "não se embriague, não dance com outros rapazes, não use roupa curta, e vá acompanhada por três seguranças." em outras circunstâncias, eu teria brigado e falado que ele não é meu dono e nem manda em mim. mas devido aos últimos acontecimentos, resolvi não contrariar. (...) a fila quilométrica que se estendia pela boate era realmente agonizante. diferentes tipo de pessoas a preenchiam. uns usavam roupas sociais, outros normais, uns extravagantes, e outros praticamente nus. quando eu pensei que mha iria me fazer encarar aquela fila, ela simplesmente passou por todos, indo diretamente ao segurança principal. mharessa cochichou algo em seu ouvido e no final mordeu o lábio inferior de uma forma sexy, e o mesmo abriu um sorriso malicioso, deixando que passássemos sem nenhum problema. — o que você disse pra ele? — perguntei, meio receosa.) mharessa: lari, às vezes nós temos que ter jogo de cintura. — pisquei. — agora vamos. lari: então tá, né. — meu primeiro reflexo ao me deparar com a música extremamente alta foi saltar para trás. a sensação que eu tinha era que meus tímpanos podiam explodir a qualquer momento, e que havia um pedaço de algodão no meu ouvido abafando o som. mha, começou a adentrar a multidão que dançava como loucos e logo sumiu; legal, agora eu estava sozinha com esses seguranças. tentei me acostumar com o ritmo da música, mas sempre esbarrava em alguém bêbado. algumas garotas dançavam rente à música, nos ombros de vários caras, jogando literalmente todas as suas peças de roupas nas pessoas. isso aqui está mais para um puteiro que uma balada. continuei caminhando em meio aquele aglomerado, a procura de uma mesa para me acomodar, até que sinto um aperto muito forte na minha bunda. "oi gostosaaa" o ser safado teve coragem de dizer, então, me virei abruptamente, e sem pensar... desvincilhei um tapa em seu rosto, fazendo minha palma arder. porém, ao fitar o rosto de atrevido... xxx: ficou maluca? — a olhei furioso e ela segurou o riso. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 344 star 2,917 2 days ago

Criminal love - capítulo 274 xxx: surpresa! lari: puta que pariu, mharessa! que susto. mharessa: que isso... quem vê pensa que estava a espreita de um assassino. lari: e o que está fazendo aqui? mharessa: nossa, é assim que trata as amigas? — fiz bico. — desde que começou a tran*** com o senhor "oi sou o delícia, dono da porra toda" passou a me ignorar... logo eu, que sempre shippei o casal jolari. lari: você não tem jeito mesmo. — ri — agora vem, vamos voltar para casa. (...) mharessa: uau, eu tinha me esquecido de como este quarto é gigante! lari: faz tempo que você não vem me visitar... e a propósito, como conseguiu entrar na casa? mharessa: primeiro, eu tive que insisti muitooo para aqueles brutamontes liberarem a minha entrada, e vem cá... por que o joão guilherme tem tantos seguranças? por acaso ele é algum famoso, ou membro da máfia? — lari arregalou os olhos e começou a tossir. lari: o que disse? mharessa: eu estava brincando... isso não é um seriado de gangsters, rsrs. enfim, depois de meia hora de insistência, um deles chamou a cozinheira, que se eu não me engano, se chama é nina... e aí, ela se lembrou da minha ilustre pessoa e me deixou entrar. depois me avisou que você estava passeando com os cãezinhos pelo jardim. — expliquei. lari: entendi. mharessa: mas olha... eu vim te fazer uma proposta. lari: lá vem bomba... mharessa: shhh. estou indo à uma balada e quero que você venha comigo. lari: haa não mha, eu estou indisposta e só quero ficar deitada na minha cama quentinha e fazer uma maratona de séries. mharessa: já te falei que você parece uma idosa de setenta anos? até minha vó tem mais disposição que você! — exclamei. — você precisa tirar essa bunda mole e áspera cheia de celulites da cama uma vez na vida e sair com a gente. lari: minha bunda não é áspera. — fiz uma careta enquanto ponderava sua proposta... talvez não seja assim tão mal sair e distrair um pouco. — argh. — abri um sorriso de canto tudo bem então, eu aceito... mas antes preciso avisar o joão — ela concordou com a cabeça e comemorou minha rendição com uma dancinha cômica. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 296 star 2,871 2 days ago

Criminal love - capítulo 273 joão: e por que diabos não me avisou isso antes? — comecei a me exaltar. teles: tudo aconteceu esta noite... e eu até tentei avisá-lo, mas só caía na caixa postal. — me justifiquei. joão: isso não é desculpa, caralh*. — esbravejei. carlos: tem algo de errado que não está certo... — disse pensativo. joão: ke? carlos: quero dizer... primeiro alguém aciona a polícia no dia do assalto, depois teu carro aparece fodido, e agora a jade desaparece assim, sem mais nem menos? teles, você tem visto o zé felipe por aqui? teles: tem uns dois dias que não o vejo... até estranhei, já que o carregamento de armas chegou, e como ele é o encarregado desta parte... carlos: joão, está pensando no mesmo que eu? — o olhei sugestivo. joão: parece que temos um traidor... cujo nome e sobrenome é... josé felipe rocha. (enquanto isso na mansão...) larissa manoela on: pela sacada de meu quarto, pude ver naira adentrar em seu carro, com várias malas nas mãos. um dos seguranças ajudou a colocá-las no bagageiro e em seguida a mesma deu partida. apesar de merecer ser castigada, bem no fundo eu tenho pena. deve ter sido doloroso conviver com um psicopata como o leonardo por todos esses anos; mas nada justifica o a dor e o mal que ela nos causou. livrei-me de meus pensamentos melancólicos e, e desci até a varanda, avistando guilhermina e o outro cãozinho presos no cercado. ambos me olharam com os olhinhos esperançosos, então os prendi a uma coleira e resolvi levá-los para passear. como o jardim da mansão era imenso, resolvi caminhar por sua extensão. eufóricos, os cãozinhos latiam e se mexiam, e acabaram por me puxar. assim que vinha visão foi encoberta pelas copas das árvores, percebi que estávamos bem distantes da mansão. a longe, ouvi arbustos sendo remexidos e alguma coisa dura batendo repentinas vezes contra o chão. as orelhas de guilermina moviam-se em alerta e o outro cachorrinho se assustou quando o som começou a ficar mais e mais próximo... e assim que me virei em direção ao barulho, dou de cara com... xxx: surpresa! | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 405 star 2,911 2 days ago

Criminal love - capítulo 272 naira: você não pode fazer isso comigo... para onde é que eu vou? joão: isso não é problema meu! — disse impaciente. — eu vou resolver umas pendências, e quando voltar... espero não ter o desprazer de te ver aqui. (...) depois da discussão que tive com naira, adentrei em um de meus carros e dirigi até o galpão... assim que cheguei, passei pelos seguranças e subi para meu escritório, me trancando lá dentro. me droguei por aproximadamente umas três horas seguidas... jogado em minha poltrona de couro marrom, fiquei com o olhar fixo em um ponto qualquer... eu não tenho medo do leonardo, mas querendo ou não, a larissa é vulerável à ele... e eu não posso ficar na cola dela o tempo inteiro... preciso encontrar uma forma de resolver tudo isso e livrá-la da vingança do "meu pai"... ouvi a porta sendo aberta me tirando dos devaneios; olhei para o lado e me deparei com um ser alto e claro... era o carlos) carlos: e aí, jojo! joão: o que quer? carlos: orra man, venho aqui na suavidade e você é todo ignorante. — me fingi de ofendido. joão: vai demorar muito a dizer o porquê de estar aqui? preciso treinar minha pontaria. e não me importaria em mirar na tua testa. carlos: vim saber se está bem. está? joão: veio aqui só pra perguntar se estou bem? — arqueei a sobrancelha. — que gay, cara. carlos: sabe, diante disso tudo, eu fico ocioso em saber como vai lidar... joão: diante do que? carlos: quando sua... a naira me ligou, ela contou mais ou menos a históra. e sei que deve ser foda tudo isso. joão: escuta aqui carlos, em primeiro lugar... pega essa sua "pena" e enfia o orifício... e em segundo, não quero que ninguém fique sabendo do que aconte... — fui interropido de falar, por teles, que ocupada o nosso campo de visão. — mas que palhaçada é essa aqui, hen? todo mundo resolveu entrar sem bater, agora? teles: senhor, desculpe incomodá-lo, mas temos problemas. joão: mais essa agora... — bufei. — o que foi dessa vez? teles: sabe aquela moça, a que a senhorita larissa torturou...? joão: o que tem a jade? teles: ela... ela... joão: desembucha logo, teles! — o pressionei. teles: ela fugiu do galpão. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 324 star 2,912 2 days ago

(larissa manoela on: o sol estava raiando, e apenas uma fina camada rosa salmão aparecia no céu azul claro, quase branco. as evidências de uma noite chuvosa pareciam ter desaparecido, e um dia bonito de outono iniciava-se. desviei meu olhar do horizonte para o homem que estava ao meu lado na cama. joão e eu, dormimos em um dos quartos de hóspedes, aqui no andar de baixo. debrucei-me mais sobre o parapeito da janela, segurando uma caneca de chá quente. uma brisa fria passou por mim e eu fechei os olhos, sentindo-a colidir contra meu rosto. minha mente se encontrava em total confusão. tudo isto era desconexo, maluco... e temo pelo que possa acontecer daqui em diante.) joão: bom dia boneca. — digo enquanto a fitava de costas, debruçada na janela. lari: bom dia dorminhoco. — virei minha cabeça em sua direção, olhando-o por cima do ombro. joão: sabe... — esfreguei os olhos entre um bocejo, me levantando da cama. em seguida me aproximei. — eu até tinha um fetish em te ver vestida com minhas roupas; mas pensando bem... — cocei o queixo enquanto a analisava. — minha calça ficou parecendo um balão em você, sem contar a minha camisa... ficou maior que a camisola da "minha avó". — gargalhei. lari: vai pro inferno, joão guilherme! — lancei-lhe meu olhar mortal e ele riu. joão: tô brincando askapsak. até que ficou... fofinha. lari: fofinha? — ergui uma sobrancelha. — cadê o assassino cruel e sem "sentimentos"? — brinquei. — tem sido carinhoso ultimamente. joão: me chama de carinhoso outra vez, que eu te dobro na bancada da cozinha onde a nina está picando a carne para o almoço. lari: cari... carinhoso. — falei de uma vez, e ele me olhou malicioso. joão: haaa safada... agora você me paga. — lari começou a correr em direção a porta; e eu fui atrás. — volta aqui! — continuei correndo, até que tive o vislumbre de alguém no início do corredor. naira: filho, que bom que ainda está aqui... será que podemos conver... — interrompeu-me. joão: você tem duas horas. — disse rude. naira: duas horas pra quê? joão: para juntar suas tralhas e cair fora da minha casa. — cuspi as palavras e ela me olhou desolada. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 407 star 2,991 2 days ago

Criminal love - capítulo 270 (mansão) nina: o que vocês estavam fazendo na chuva? lari: e-eu...— gaguejei e me sentei no sofá. nina: meu deus larissa, como você está tremendo. — afirmei o óbvio, e joão saiu da sala, retornando com uma toalha em mãos. joão: é melhor tirar essas roupas molhadas e tomar um banho quente antes que pegue um resfriado. — disse enquanto envolvia seu corpo na toalha. nina: vou preparar algo para vocês comerem! — exclamei e segui para a cozinha. lari: joão, não quero ir lá para cima e correr o risco de encontrar sua... a naira. — ele assentiu e me ajudou a levantar, levando-me em direção à seu escritório. caminhamos mais adentro, e avistei uma porta branca nos fundos. joão: pode usar este banheiro. aqui é seguro, e ninguém vai te incomodar. agora vou buscar algumas roupas para você. lari: obrigada. — agradeci, entrando no banheiro e trancando a porta. minutos depois, já estava de banho tomado. peguei uma toalha na prateleira e enrolei-me nela, enxugando meu corpo. joão? — chamei-o, abrindo uma fresta na porta. joão: aqui estão as roupas. — lhe entreguei uma camisa preta dos beatles, uma cueca box, e uma calça de moletom. lari: mas essas roupas são suas. — o olhei confusa. joão: bem... — ri baixo e cocei o queixo — eu sempre quis te ver com as minhas roupas, então... lari: tudo bem, as usarei com o maior prazer. — sorri e ele saiu. (...) devidamente vestida e aquecida, retornei para a cozinha, onde nina e joão estavam discutindo severamente. me aproximei da entrada, e recostei-me na parede, afim de ouvir a conversa. nina: escuta aqui, garoto... eu troquei suas fraldas e te dei banho quando era criança... então abaixa o teu tom de voz comigo, antes que eu lhe acerte com esta frigideira. joão: então tira essa idéia estúpida da cabeça, nina! — exclamei com raiva. nina: olha... pelo menos pensa no assunto... talvez eles tenham sido tão vítimas quanto vo... — cortou—me. joão: foda-se, assunto encerrado! eu não quero saber quem foi a puta que me pariu, muito menos o meu doador de esper**! — praticamente berrei e nina me fitou com os olhos arregalados. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine #jolari

comment 412 star 3,036 2 days ago

Criminal love - capítulo 269 (meia hora depois...) carlos: porra, até que enfim te encontrei. está o maior temporal lá fora. joão: o que faz aqui? — indaguei com descaso. carlos: sua mãe me ligou pedindo que eu procurasse você e a laris... — cortou-me. joão: nunca mais diga que aquela va... que aquela vadia é minha mãe, entendeu? carlos: iii, tá nervosinha... cuidado que o monstro quer sair da jaula, hahaha. — impliquei e ele semicerrou os olhos minha direção. joão: vai se foder, carlos! vai tomar no centro do teu c* arrombado, e me deixa em paz! carlos: nossa, foi mal ae. mas olha... — me agachei, ficando na mesma altura em que ele se encontrava. — não sei que merda está acontecendo, mas eu estou aqui para o que der e vier, meu chapa. pode contar com o seu parceiro aqui, pra tudo! e se precisar desabafar, "tamo junto" irmaão. — ele assentiu e mandou-me um dedo do meio, e continou a se drogar. (joão guilherme on: eu tentava manter meus olhos abertos enquanto dirigia de volta para o inferno, vulgo "minha" casa. de fato, eu estava bem mais relaxado do que a horas atrás. continuei percorrendo as ruas, quando algo ou melhor, alguém me chamou a atenção. tive o vislumbre de uma pessoa sentada no meio fio, com as roupas encharcadas de água. saí do carro sem me preocupar com a chuva forte que caía e comecei a me aproximar. — lari? o que você está fazendo na chuva?) lari: jo-joão, eu... — me levantei abruptamente e suas mãos repousaram em minha cintura, segurando-a com firmeza. ele me fitou com aqueles olhos brilhantes e vermelhos, sinalizando que o mesmo havia chorado. mas devido a tamanha intensidade, eu desviei. joão: lari, olha para mim — coloquei meus dedos debaixo do seu queixo, levantando-o lentamente para seus olhos me encarassem. — vai ficar tudo bem, eu prometo. lari: eu sinto muito... — inalei seu perfume enquanto ele me envolvia em um abraço forte; capaz de aniquilar todas as tristezas que nos atormentavam. entregando-me a segurança e ao consolo, que só ele podia me oferecer. #criminalove_imagine #jolari

comment 2,519 star 4,024 4 days ago

Criminal love - capítulo 268 (joão guilherme narrando: nunca fui de demonstrar medo e fraqueza; em qualquer que seja a situação... sempre fui um homem duro e reprimi meus setimentos. eu cresci assim, e não vejo nenhum problema quanto a isto. é muito mais fácil camuflar a dor, do que demonstrá-la. é bem mais fácil mandar um foda-se para tudo e para todos do que se tornar um fraco, sentimentalista, que se deixa magoar. drogas, cigarros, mulheres e bebidas... sempre foram minha fiel companhia, além do perigo e da morte, é claro. porém, toda aquela armadura e barreira que construí no decorrer dos anos, se desmoronou. e foda-se se não doi. porra, isso doi e machuca muito. eu amava/amo aquela mulher, com cada fibra do meu corpo. era uma amor incondicional, de total devoto e admiração. tinha naira ávila num pedestal, pois ela sempre fora a única pessoa, que se importava verdadeiramente comigo. e agora descubro que não passava de uma farsa. não vou me lamentar e pagar de coitadinho por ter sido tratado como lixo, e vendido como um objeto qualquer... mas tudo isso é tão podre, tão fodido. que sinto que a qualquer momento, eu posso pirar. as lágrimas que antes estavam reprimidas desciam involuntariamente por meu rosto, eu parecia um idiota por chorar, mas era inevitável, estava doendo, me perfurando... meu peito ardia e não conseguia controlar. enxuguei os olhos com as costas da mãos e comecei a dirigir pelas ruas de nova york, e assim que cheguei ao galpão, me joguei em um dos quartos, e comecei a fumar. é foda admitir, mas sempre senti inveja e ciúmes da atenção que a minha m... que a naira dava a larissa, sou possesivo e egoísta demais para dividir o que é meu, e aquele excesso de atenção me intrigava, fazendo com que eu detestasse aquela garota sem um motivo realmente "justo". sei que ela é tão "vítima" quanto eu nesta merda toda. mas hoje não quero saber... só preciso ficar aqui bebendo e fumando, na companhia dos meus próprios demônios. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 347 star 3,294 4 days ago

Naira: joão, por mais que que não exista laços de sangue entre nós, eu te amei desde a primeira vez que o vi. e por mais que leonardo seja um monstro, ele também se afeiçou por você, lhe tratando como se fosse... com se fosse seu verdadeiro filho. joão: cala a boca, cala essa boca, antes que eu faça algo ao qual venha me arrepender. eu preciso sair daqui, eu preciso sair daqui. — disse para mim mesmo. lari: joão, eu sinto muito... oh meu deus, eu nem sei o que pensar. joão: larissa desculpa ae, mas eu preciso ficar sozinho. é coisa demais para assimilar. — com dificuldade, proferi tais palavras e saí esbarrando propositalmente no ombro da naira. peguei a chave do carro, me dirigi até o mesmo, e "desapareci". naira: larissa, minha filha... eu... lari: não se ouse a se aproximar de mim. — minha mente rodava em uma enorme nuvem escura de confusão. eu não prestava muita atenção no que fazia, e todas as minhas ações pareciam involuntárias. escancarei a porta principal da casa, e a bati com a mesma intensidade, seguindo em direção ao grande portão. sem me importar, comecei a caminhar por aquela rua desértica no silenciar da madrugada, e para completar o meu "drama" familiar, uma chuva grossa começou a cair, atrapalhando completamente a minha visão. nesse instante, uma enxurrada de tudo o que acabara de acontecer, invadiu a minha mente, fazendo com que minha ficha finalmente caísse. as pessoas que me criaram e ao qual eu chamei de mãe e pai, na verdade não são meus pais. a mulher, ao qual eu pensava que era minha sogra, é na verdade minha mãe biológica, e o joão... o joão foi vendido, como uma simples mercadoria num mercado qualquer. e para completar, estou infiltrada na gangue do homem que quer me matar. as lágrimas fugiram do meu controle, escorrendo em cachoeiras por meu rosto, misturando-se às gotas frias e grossas de chuva que caíam pelo meu rosto. minha visão tornou-se embaçada novamente e econtinuei a caminhar. estava desnorteada, ferida, e despedaçada... eu não sabia para onde exatamente estava indo, só queria simplesmente sumir e não aparecer nunca mais. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 388 star 3,307 4 days ago

Quem está on? se tiver 100 pessoas on, daqui a 10 minutos eu continuo o imagine ❤️

comment 558 star 3,340 4 days ago

Naira: alguns dias atrás, james me informou que leonardo havia saído do cativeiro. então, assim que soube do ocorrido, aderi a primeira idéia que me veio à mente. liguei para silvana e ofereci dinheiro para que ela viésse convercer larissa de voltar para "casa". tinha certeza absoluta, que leonardo viria com fúria, almejando por vingança e eu precisava tirar a minha fi... a larissa daqui. joão: e por que porra, vocês foram me adotar? por que a mim? naira: leonardo precisava de um filho para se tornar herdeiro em seus negócios; você melhor do que ninguém sabe que isto é primordial no mundo do crime. — as mãos do joão agarraram de imediato a mesa, segurando-a com tanta força que os nós de seus dedos se tornaram brancos. a sua respiração tornou-se profunda e pesada através de seu nariz. seu maxilar estava tão travado, o que me preocupou devido à sua dor psicológica. as veias do seu pescoço cresceram, ficando visiveis debaixo da sua pele. ele estava furioso, quase a tremer de raiva e desgosto. joão: como eu sou burro! — me exaltei, e comecei a andar de um lado para o outro. — por isso toda essa preocupação com esta... com esta garota. — apontei para lari, que estava imóvel no chão. — estava tudo tão claro, tão nítido... mas o imbecíl aqui, não coseguiu enxergar. e quem são os meus pais? em qual orfanato vocês me adotaram? naira: joão, por favor... não me pergunte mais nada sobre isto. joão: fala logo, porra! naira: na verdade, adotado é apenas um termo que usei para descrever a situação. joão: o que quer dizer com isso? — perguntei impaciente. naira: você... você. — ele bate o punho contra a superfície da mesa, enquanto minha minha mente luta por uma explicação. então, por mais que o magoe profundamente, optei em dizer toda a verdade. — joão, a verdade é que seu pai, (leonardo) lhe comprou em uma quadrília clandestina, que pratica tráfico de crianças recém-nascidas. — fechei meus olhos com força, enquanto os mesmos marejavam. joão: não pode ser. — naquele momento todo o ar foi me tirado, e por mais que eu tentasse formular alguma frase, nada saía de minha garganta... eu me encontrava em pura e demasiada escuridão. #criminalove_imagine #jolari

comment 1,627 star 3,614 4 days ago

Naira: claro que não! acha mesmo que eu permitiria que vocês tivessem um caso, tendo tal grau de parentesco? isso é errado, é impudico! joão: e então? naira: joão, você não deve se lembrar, porque tinha apenas três anos na época... mas quando o leonardo ficou a par da minha infidelidade, ele clamou pelo aborto. porém, como eu já estava no meu terceiro mês, e por ser muito arriscado abortar nesta fase, ele não o fez. leonardo sempre me amou à sua maneira. mesmo que este seja um sentimento doentio e controlador, sua devoção e adoração por mim, falaram mais alto. devido a isto, o mesmo ordenou a um de seus homens, que me levasse para fora da cidade. eu fiquei todo o período de gestação na casa de silvana taques. éramos colegas de classe, na época do colegial. mas ao se casar com gilberto, a mesma se mudou para san diego, onde eu passei um ano e dois meses, tempo o suficente para larissa desmamar. visto que eu tinha de retornar para a mansão, implorei a silvana que cuidasse do bebê, e em troca lhe daria altas quantias em dinheiro para que nada pudesse as faltar. relutante, ela aceitou; porém haveria uma condição... quando lari terminasse o liceu, eu deveria arcar com minha responsabilidade. silvana é ambiciosa, e só cuidou da larissa porque a subornei. ela estava cansada do "peso" de criar uma filha que não era sua, e me obrigou a cumprir o nosso trato. quando eu havia concebido lari, leonardo concordou em deixar a garota viva, caso eu não voltasse a vê-la. os anos se passararam, e tive que agir e encontrar uma forma de me livrar do leonardo, pelo menos até encontrar uma solução cabível para esta conturbada situação. e foi aí, que me veio uma idéia em mente... seis meses antes de lari vir para nova york, me uni com james, um dos melhores amigos e meio-irmão do léo para o sequestrar; e assim a larissa pudesse vir para cá. joão: mas... se não somos irmãos, onde eu me encaixo nesta história? você não é minha mãe? naira: não. leonardo é portador de uma doença chamada varicocele, sendo este um dos maiores fatores para sua infertilidade. ele não pode ter filhos, joão. joão: e então...? naira: não és nosso filho legítimo... você foi adotado. #criminalove_imagine

comment 1,160 star 3,539 5 days ago

Criminal love - capítulo 264 leonardo costa on: obviamente, eu sabia da passagem secreta, até porque eu quem as planejei. fazendo uso da mesma, adentrei a mansão e segui em direção a sala de segurança. sedando e me livrando dos vigias que cercavam local. ao me livrar dos empecilhos, fiquei a espreita; observando cada passo que era dado pela casa. e foi aí, que a vi passar. a garota de longos cabelos loiros, pele clara, estatura mediana e curiosos olhos verdes; saiu do quarto e caminhou com cautela pelo corredor, e essa era minha deixa para conhecê-la. então, retirei-me da sala, e minuciosamente segui seus passos. a princípio, quis apenas dar um pequeno susto na bela e querida garota. mas ao fazermos contato visual, o pavor que emanava em seus olhos, fez com minha sede por vingança tomasse o melhor de mim. meu extinto assassino apoderou-se de minha mente desassisada, e por instinto, cravei minha faca pontiaguda em sua pele. porém, antes que pudesse por fim agir, minha "amada" esposa, apareceu; findando a minha doce diversão. essa foi por pouco, bela boneca... e se acreditas mesmo em deus, sugiro que sugiro que comece a rezar... pois o "diabo", vulgo eu próprio, está a solta... e retornou exclusivamente para te buscar. (enquanto isso na mansão) naira: primeiramente, peço que escutem com atenção, tudo o que tenho para lhes falar. — suspirei fundo, antes de continuar. — há dezenove anos atrás, eu conheci um rapaz na universidade. ambos cursávamos enfermagem, e logo de início, houve uma casta aproximação entre nós. tornámo-nos grandes amigos, e passávamos um bom tempo juntos. nesta época, eu já era casada com o leonardo, e devido a agressões, ameaças e torturas, acabei me envolvendo com júlio césar, o meu parceiro da classe. tivemos um caso, uma espécie de romance "secreto", que resultou em você minha filha. — me virei para larissa, que se encontrava inerte, e não esboçava nenhuma emoção. joão: espera... — meu coração estava acelerado, martelando desordenamente em meu peito, e sofrendo por atencipação, e apesar do quão fodido seja, eu preciso perguntar. — mãe... a larissa e eu... nós... nós somos irmãos? #criminalove_imagine

comment 1,058 star 3,478 5 days ago

Criminal love - capítulo 263 lari: por favor, não me machu... — mais uma vez, tentei expressar-me, mas foi em vão. completamente em pânico, beirando a loucura; essa era eu. minha respiração estava rápida, e quando senti algo começar a pressionar em minha perna... vejo as luzes do recinto serem acesas. virei meu rosto bruscamente pairando com naira do outro lado, fazendo com que a "figura" misteriosa por fim desaparecesse.) naira: lari, lari! oh meu deus, você está bem? — pressionei um botão, acionando os seguranças e corri até dispensa onde tinha um kit de primeiros socorros e retirei pomada e algodão. lari: naira, e-eu... eu não... — tentei formar uma frase, mas estava atordoada demais. — quem era ele? onde ele está? naira: calma, vai ficar tudo bem. — por sorte, costumo vir tomar água todos os dias neste horário e cheguei antes que algo de pior acontecesse. joão: mas que porra está acontecen... — interrompi a mim mesmo, ao ver lari com um curativo, e flocos de algodão com sangue, jogados no chão. lari: eu estou bem, corte não foi fundo. só está ardendo, muito. — ele parecia assustado, e vendo a confusão estampada em meu rosto, suspirou. segurança: senhora, verificamos toda a casa, e não há forma do invasor ter saído daqui. a menos que... naira: a menos que o invasor, tenha total conhecimento sobre o sistema de segurança, ou que saiba sobre a passagem secreta. joão: passagem secreta? mas os únicos que sabem dela somos eu, você e o meu... espera... está insinuando que... naira: sim, era o leonardo. — fechei os olhos com força e suspirei fundo. — joão saiu de perto de lari e se aproximou de mim. joão: por que o meu pai faria mal a larissa? o que ele ganharia com isso? — confusão era presente em meu olhar. naira: era por isso que eu insisti tanto para que ela fosse embora, agora que ele saiu do cativeiro, eu sabia que viria atrás dela. joão: mas porque? que cativeiro? que vocês estão me escondendo? eu não aguento mais! naira: eu também não... estou farta! e chegou a hora de saberem toda a verdade... — olhei para lari, e em seguida para joão... — a larissa é minha filha. #criminalove_imagine #jolari

comment 2,981 star 3,848 5 days ago

Criminal love - capítulo 262 (larissa manoela narrando: fiquei boa parte do dia estudando e colocando a matéria em dia. exausta, adentrei o banheiro e tomei um longo e refrescante banho; e ao terminar... vesti minhas roupas íntimas, e uma camisola para deitar. rolei os olhos pelo relógio digital acima da cômoda, que maracava 11:00 hrs p.m. estava cansada e sonolenta; e acabei por adormecer em cima dos livros e fichário. [três horas depois...] abri os olhos preguiçosamente, e espreguicei-me antes de levantar. acordei no meio da madrugada com a garganta seca e "morrendo" de sede... precisava de um copo d'água. calcei meus chinelos, coloquei um roupão por cima da camisola e segui em direção a porta. a mansão estava escura, então usei a lanterna do celular para me guiar. percorri pelos corredores, desci as escadas... e continuei caminhando, até chegar a cozinha. abri a geladeira, peguei uma jarra com água e servi um copo. puxei uma cadeira e me sentei, enquanto bebericava o líquido transparente. e foi aí, em um momento totalmente inesperado, que tive o vislumbre de uma "figura" coberta por uma manta preta, se aproximar... não era possível detectar nenhuma de suas características, já que seu rosto estava encoberto pelas sombras. as únicas coisas visíveis eram o sorriso amedrontador e os olhos azuis, refletidos pela fraca luz da lanterna. azuis, brilhantes como estrelas, vívidos como um tigre. vorazes por sua presa; vorazes por mim. atrás de si, ela carregava algo escondido. e assim que a lâmina prateada entrou em contado com a luz, pude ver o brilho sombrio que ela emanava. era uma faca. "está com medo, querida?" — ele indagou. — eu tentei gritar, tentei espernear, tentei sair da cadeira na qual eu estava sentada. mas voz alguma saía de minha garganta; meu corpo parecia adormecido.) xxx: oh, pequena lari, não se assuste. eu estou aqui com você. — me aproximei ainda mais, ficando frente a frente com a garota. observei, as gotas de suor escorrendo por seu rosto e o desespero estampado naqueles belos olhos verdes, fez meu sorriso crescer ainda mais. — o que acha de brincarmos um pouco, boneca? | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine #jolari

comment 400 star 3,220 5 days ago