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Criminal love - capítulo 181 (joão guilherme narrando: emputecido, fui "obrigado" a concordar com a estupidez de carlos; e convoquei uma reunião de última hora no galpão. essa mina é completamenete maluca... eu reconheço que ela é boa no que faz; afinal... conseguir roubar aquela grana não é para um simples amador. mas tenho um conflito interno com a mesma. até hoje não consegui entender a ligação entre sua mãe e a minha... e isto me irrita profundamente! dirigi até o local, parcialmente tranquilo... o zé felipe pode estar p**o comigo, mas sei que ele se preocupa com a larissa e não vai apoiar esta loucura.) lari: oi. — disse baixo quando cheguamos ao galpão. zé felipe: lari... o que está fazendo aqui? — a olhei confuso. carlos: tenho um comunicado à fazer. zé felipe: o que aconteceu dessa vez? — indaguei irônicou. joão: a bonequinha se cansou da sua vida tediosa e resolveu virar a maloqueira do mau. — zombei e ela fez careta. zé felipe: lari? — perguntei surpreso e ela assentiu. — como assim? você está maluca? lari: não, zé, eu não estou maluca. eu quero ajudá-los como hacker e em troca ganhar segurança e respeito. estou cansada de todos me esnobarem e me julgarem como fraca. zé felipe: isso é loucura. — neguei com a cabeça. joão: eu disse pra ela... mas o carlos, insistiu que devemos fazer uma espécie de votação, mas é claro que você será contra isto, estou certo? carlos: shh... não tente o subornar. — o repreendi e joão revirou os olhos. — bom, meu voto é sim! a larissa pode começar fazendo coisas simples e se intensificar de acordo com o tempo... ela mostrou competência, e precisamos de um bom hacker. joão: nem preciso dizer que não apoio essa idiote... sendo assim, o meu voto é não! — dei de ombros e acendi um cigarro. carlos: e você zé... a decisão está em suas mãos... então pensa bem e nos diga, qual é o veredito final? zé felipe: bom, eu... — meu olhar divergiu entre a larissa que me olhava com súplica e em seguida para joão, que tinha um olhar frio e o maxilar travado. respirei fundo e pensei por alguns instantes antes de proferir. — o meu voto é.... #criminalove_imagine #jolari

comment 670 star 1,969 2 hours ago

Lari: fui eu que mandei as mensagens me passando pelo alex. carlos: é o que? — saí do meu esconderijo e me aproximei. lari: simples, eu comprei um chip com um número qualquer e enviei torpedos como se fosse ele. agora diz aí, quem é a(o) ingênua(o) aqui? — joão bufou de raiva, e me empurrou mais pra trás fazendo com que eu esbarrasse em uma mesinha que ali estava. gemi de dor e ele soltou meu braço querendo acertar um tapa em meu rosto. carlos: para com isso, joão! — segurei seu pulso o empurrando para longe da garota. joão: qual é carlos, deixa eu quebrar a cara dessa vagabunda! carlos: já chega porra! estamos num shopping, há pessoas por todos os lados, então sossega o fogo no c* e se controle, caralh*! — esbravejei. — agora você. — apontei em direção a larissa. — que diabos te deu na cabeça por se passar pelo mapeli? quer zoar com a nossa cara? lari: não é isso... a verdade é que eu tenho uma proposta para fazer a vocês. — abri minha bolsa, peguei meu celular e em seguida acessei o aplicativo do banco. — veja. carlos: foi vo... — balbuciei — foi você que roubou a grana da conta do alex!? lari: no dia que fui até a festa invadir o computador dele para vocês, fiz uma cópia dos arquivos em meu pen drive. acessei os dados e transferi todo o dinheiro para uma conta fantasma. joão: sabe que eu posso te matar agora mesmo, não sabe? — eu estava furioso e intrigado ao mesmo tempo. lari: sim... mas também estou ciente que não o fará, por respeito a sua mãe que me adora... mas se por um acaso isso acontecer, alguém de minha confiança tem uma cópia de dados que os comprometem, e se eu "sumir do nada" ele vai saber, e prontamente irá agir. — improvisei uma mentira, espero que ele acredite. joão me olhou com uma expressão sombria e pronunciou as palavras sem nenhuma emoção na voz. joão: o que você quer? dinheiro? viagens? — ela negou com a cabeça. lari: eu entrego tudo com duas condições... a primeira, que o thomaz volte a estudar na nyu. joão: e a segunda... ? — perguntei impaciente lari: que me deixem... — suspirei buscando coragem para falar — que me deixem fazer parte da gangue de vocês! #criminalove_imagine #jolari

comment 1,629 star 3,517 18 hours ago

Lari: eu não sou "nada" sua... se enxerga! acha que por ter tirado a minha virgindade, tem o direito de me chamar de "sua vadia"? me erra estúpido! — o encarei. — além do mais, eu tenho o direito de dormir com quem eu quiser! joão: vê se fala baixo comigo, porra! — meu sangue começou a ferver... não sei explicar, mas uma dor aguda perfurou por todo o meu peito. e lari: eu deveria desde o início, ter dado um belo foda-se para a sua existência, você é um idiota joão! — o desafiei gritando ainda mais alto e ele passou as mãos pelos cabelos, em frustração. joão: já disse pra falar baixo comigo! — bufei. — mas deixa eu pensar... você ficou com ciúmes por ter me visto f*dendo aquela garota no banheiro, e por isso veio se atirar para o zé!? — ri. lari: o que? você é inacreditável. — balancei a cabeça em negação. joão: você é tão estúpida... quem mandou criar expectativa comigo... só te peguei para atualizar o meu cardápio, e para uma virgenzinha de merda, você foi bem safada. — mordi o lábio e o zé suspirou. lari: eu não acredito nisso... cardápio? — me aproximei dele e acumulei o máximo de saliva que pude; lhe dando uma cusparada na cara. "foda-se" disse ele, e logo senti o peso de sua mão em meu rosto. zé felipe: você está ficando louco mano? não tem dó de bater em mulher não? joão: não, não tenho! porque é exatamente isto que eu vou fazer agora! — acertei um soco no zé que ficou meio zonzo, mas revidou o golpe. lari: parem com isso por favor! zé felipe: é melhor você dar o fora daqui. — esbravejei e cerrei os punhos outra vez. joão: tudo bem, eu vou! — joguei as mãos para o ar. — você consegue ser ainda pior que as outras, não vale o chão que eu piso, uma puta, vadia de quinta! e olha... não venha se achar a tal... você só tem uma ****** no meio das pernas e um belo par de seios; então não se acha importante. porque você não é! — pisquei e segui em direção a saída do apartamento. mas ela me parou. lari: não era isso que dizia quando estava gemendo o meu nome. — sorri. — mas espero que tenha memorizado bem o gosto, porque do meu mel — passei as mãos sobre o meu corpo — você não prova mais! #criminalove_imagine #jolari

comment 1,172 star 3,365 Yesterday

João: tá louco irmão? thomaz: vê se vira homem, e aprende a tratar uma mulher de verdade. joão: vai se f... — tirei minha arma da cintura e apontei para o canalha. lari: pelo amor de deus, vai embora daqui e me deixe em paz! — respirei fundo e espremi os olhos. — não atira nele, por favor. joão; fodam-se! — espalmei minhas mãos em seus ombros a empurrando e saí furioso do local. lari: eu o odeioooo! ele vai se arrepender por me tratar desse jeito, eu juro. (joão guilherme narrando: quem aquele desgraçado pensa que é? vai custar caro, muito caro essa sua audácia. — ri sem humor e liguei para um dos meus capangas, pedindo a ficha completa do thomaz costa. dirigi até o apartamento do carlos, pois o fdp havia me chamado para conversar.) carlos: que diabos aconteceu com o seu rosto? joão: estava dando uma lição na vadiazinha da larissa; só porque tirei a virgindade dela, ela está cheia de marra pra cima de mim... e o fdp do thoba resolveu me acertar. carlos: o que? você tem merda na cabeça, cara? quando vai tomar postura de homem? joão: quando acertar um soco na sua cara! carlos: tá vendo? um homem de verdade conversa civilizadamente, já você... qualquer coisinha está elevando o tom de voz, querendo resolver a parada na base da pancada. joão: você me chamou aqui pra quê? pra falar besteiras? — perguntei sem paciência. carlos: para tentar abrir seus olhos e fazê-lo enxergar que não é dono do mundo. e que não pode sair por aí brincando com o sentimento das pessoas. joão: pra que isso agora, ein? carlos: um homem de verdade sabe tratar uma mulher! joão: olha só quem fala... o cara que a cada dia está com uma puta diferente na cama. carlos: acontece que a larissa não é puta e ela gosta de você joão. — ele bufou e revirou os olhos. — e você deveria tomar um pouco de vergonha na cara e assumir que gosta dela também, sabe por quê? — ele me olhou com desdém — porque ela é a única que te desafia e te enfrenta. ela não abaixa a bola por você ser um bandido que pode matá-la a qualquer momento. a larissa é corajosa, inteligente e linda! e se não tomar postura de homem agora, vai perdê-la e quando se tocar pode ser tarde demais. #criminalove_imagine

comment 1,635 star 3,715 3 days ago
comment 3 star 23 1 weeks ago

Criminal love - capítulo 152 zé felipe: mas que p*rra está acontecendo aqui? joão: foi mal ter atrasado a saída do casalzinho aí. — ri sem humor e neguei com a cabeça. zé felipe: vai insistir nessa história mano? joão: que foi, tá com medo de perder para mim outra vez? zé felipe: não me provoca seu filho da... — fechei meu punho e acertei um soco em joão que cambaleou para trás. lari: parem com isso! — gritei e quando joão estava se preparando para revidar... entrei na frente com a esperança deles pararem. joão: sai da frente! — a empurrei e acertei o zé com tanta força, que pude ouvir seu maxilar estalar. lari: parem com isso! o que tá acontecendo com vocês?! — eu não entendia o motivo dos dois melhores amigos estarem se agredindo desta forma. zé felipe: deixa ele continuar, lari... ele é um covarde mesmo! joão: covarde? não vai ser bem eu o corvarde dessa vez! lari: mais que droga! eu já pedi pra pararem de agir como se eu não estivesse aqui! joão: que saber? não vou mais atrapalhar o rolê de vocês, foi mal aí. — ri sem um pingo de humor e saí pisando duro em direção à saída da casa. lari: joão! joão... espera... — o alcancei e segurei o seu braço. joão: o que você quer? lari: não saia desse jeito, por favor! me conta o que aconteceu...? joão: você é uma burra mesmo! não percebe nada... que se foda! não vou mais perder a porra do meu tempo com você! — me livrei do aperto de sua mão e segui rumo a meu carro. adentrei no mesmo e em seguida dei partida. lari: mas... — me virei indo de volta para casa, mas encontro o zé com os braços cruzados me olhando com uma expressão indecifrável. — zé felipe: gosta mesmo dele, né? lari: eu sou burra, eu sei. — disse já com uma lágrima escorrendo. zé felipe: é. — afirmei e ela se encolheu. — mesmo depois de tudo o que ele te fez, você ainda foi atrás dele, parabéns! — disse batendo palmas sarcásticamente. — tô indo. eu tenho que resolver umas coisas e refletir sobre tudo isso que vêm acontecendo. lari: não entendo... porque está tão nervoso assim? por que brigou com o seu melhor amigo? zé felipe: quer mesmo saber a verdade? — ela assentiu. — eu estou me apaixonando por você! #criminalove_imagine

comment 1,519 star 3,805 1 weeks ago

Lari: fico feliz por ter aceitado que o nome da minha cadelinha é guilhermina! — ri. joão: foi apenas um vacilo. — cocei a nuca em desconforto e mudei de assunto. — mas e aí, quando essas panquecas ficarão prontas? — deslizei outro morango para dentro da boca e ela me olhou indignada. lari: tudo bem, então. mais panquecas para mim! — falei, virando de volta para a pia. despejei o resto da m***a na frigideira para preparar a última panqueca, e enquanto a mexia pude ouvir um comentário malicioso do joão. joão: assim fica difícil de me concentrar lari: hã? — virei rapidamente para trás e ele estava sentando à mesa, trajando apenas uma calça cinza de moletom, encarando fixamente minha bunda enquanto tentava desajeitadamente espremer as laranjas para preparar um suco. empilhei a panqueca já pronta sobre as outras no prato e sentei-me à mesa com o prato. joão entregou-me um copo de suco enquanto ele fitava meu café da manhã. joão: não vai me dar "nenhumazinha"? lari: eu avisei para não roubar os morangos. joão: tudo bem, eu posso viver à base de suco. — tomei um gole de meu copo e fiz cara feia. — ou não. não sei... mas se eu morrer de fome, a culpa será sua! lari: não importo nem um pouco. — dei de ombros e ele negou coma cabeça. joão: ontem eu fui um bom garoto, será que não tenho direito a um mísero pedaço? lari: bem... — flashes da noite passada invadiram minha mente. ele foi gentil ao se preocupar e me ajudar enquanto eu regugitava no banheiro. — ok, você venceu! — empurrei o prato de panquecas em sua direção e lhe entreguei um garfo. joão: ah, finalmente — mordi um pedaço. — achei que tivesse que apelar para outros instrumentos de tortura. lari: que tipo de instrumentos de tortura? — arqueei uma sobrancelha e continuamos a dividir nossa refeição. alguns minutos depois, a campainha soou e joão me encarou franzindo o cenho. joão: quem será que à essa hora da manhã? lari: acredito que seja o zé, combinei com ele de irmos juntos ao shopping comprar um celular. — ele tencionou os ombros encarando um ponto qualquer na parede. joão: foda-se! lari: mas... — joão praguejou e levantou furioso derrubando os pratos e talheres no chão. #criminalove_imagine

comment 995 star 3,849 2 weeks ago

Criminal love - capítulo 149 (larissa manoela narrando: depois de um banho bem tomado gih me levou de volta à mansão... e ao entrar na casa, apressei meus passos para que ninguém possa notar minha presença; mas como a sorte nunca está à meu favor, joão se encontrava sentado no sofá.) joão: até que enfim aparecer... posso saber aonde a boneca estava? lari: eu.. eu... — gaguejei joão: tudo bem, não precisa se explicar agora... você parece cansada, pode ir se deitar. — sorri. lari: obrigada por ter se preocupado. — retribuí o sorriso e tornei a caminhar, porém uma enorme dor se apoderou da minha cabeça e comecei a cambalear. meu estômago estava revirando e senti uma vontade enorme de vomitar. joão: lari, está tudo bem? — perguntei sereno. lari: eu... e-eu... então parei de repente ficando curvada e com a mão um pouco abaixo da barriga. joão: larissa pelo amor de deus, o que foi? porra! fala! — me exaltei. lari: t-a.... — ia responder mas a dor voltou ainda mais forte . — urgh... ignorei sua pergunta e saí correndo para o banheiro que ficava no corredor. abri a porta e me ajoelhei em frente ao sanitário e comecei a vomitar. senti joão atrás de mim... ele se curvou um pouco, segurou em meus cabelos e ficou massageando minhas costas. eu vomitei toda a comida que comi na casa da gih. joão: calma, vai ficar tudo bem. — tirei alguns fios de cabelo que estavam grudados em sua testa e passei minha mão limpando seu suor. — e aí, se sente melhor? lari: sim... acho que engoli um pouco daquela água nojenta. — resmunguei. joão: que água? — franzi o cenho. lari: nada, eu só estava pensando alto... — joão me ajudou a levantar e prendeu meus cabelos em suas mãos enquanto eu lavava minha boca no lavatório. — obrigada. — respirei fundo e o encarei. — porque está sendo tão legal comigo? porque essa mudança repentina? joão: bem, acho que essa briga de cão e gato não tem nos levado a lugar algum... e se vivemos na mesma casa, o mínimo que podemos fazer, é tentar uma boa convivência... lari: e isso significa...? joão: que... eu estarei aqui, sempre que precisar. — respondi simples, só não tenho certeza se fui sincero ou não. #criminalove_imagine #jolari

comment 1,578 star 4,194 2 weeks ago

Criminal love - capítulo 148 joão guilherme on: depois da "briga" com meu querido e melhor amigo, mandei o carlos ir pra puta que pariu e me tranquei no quarto. apesar de já fazer quatro anos que isto aconteceu, o assunto ainda continua vivo na cabeça zé... a nath foi uma mina aleatória com quem f*di, apenas para acabar com o relacionamento do meu amigo, eu nunca tive quaisquer sentimentos por ela. naquela época o zé felipe era o braço direito do meu pai e isso me irritava constantemente. os trabalhos mais importantes eram concedidos a ele e o idiota do joão aqui, era deixado de lado... já tive rixa com o alex, mayke e até o carlos por conta de mulher... o que posso fazer se tenho aquilo que toda garota quer? o caso com a natasha foi ao extremo pelo fato do zé felipe ter se drogado na noite em que o traímos e em seguida assassinado o "grande amor da sua vida". agora sobre o carlos... eu sempre soube que ele era apaixonado pela giovanna, mas por birra eu a tornei minha na noite em que ele viajou com os caras para executar um roubo. tivemos um desentendimento desde então, mas tudo foi esclarecido. apesar do zé colocar a larissa no meio disso tudo, esta não é de fato a questão. eu nunca pretendi me envolver com a mina, ela é gostosa, eu reconheço... mas nunca foi minha intenção... só que ao ouvir o que eles disseram sobre mim no restaurante... meu sangue ferveu e uma coisa que todos já deveriam ter aprendido, é a não brincar comigo! eu não sou um príncipe da disney que vem em seu cavalo branco resgatar sua donzela... nem tão pouco o cara que todo pai sonha que se case com sua filha... e nem tenho intenção de ser... se já me apaixonei? é claro que sim! tive algumas namoradas e relacionamentos de curto prazo... não sou nenhum revoltado com a vida "por uma garota ter me deixado", estou bem longe disso. eu que sempre as deixei, eu que as iluide e as traí! a única mulher que amei/amo na vida é a minha mãe, e está para nascer alguém que seja capaz de mudar isto. #criminalove_imagine

comment 955 star 3,687 2 weeks ago

João: toma, veste essa calça e essa blusa preta. lari: o que? essa blusa é muito comprida e está fazendo calor para usar calça. — encolhi os ombros. joão: oook... veste essa aqui então, é mais alegre. — joguei pra ela. lari: mais alegre? — ri — por acaso dndou se drogando agora de manhã? — brinquei e ele me ignorou. joão: agora pega a p*rra da sua bolsa e vamos! (larissa manoela on: estávamos à caminho da universidade e fiquei calada boa parte do percurso, mexendo no celular. o tempo passa e resolvo colocar uma música para não morrer de tédio. liguei o rádio e joão desligou, liguei de novo e ele tornou a desligar.) joão: não, não quero música! lari: vai, joão... por favor... você prometeu não ser tão chato. — fiz beicinho. — além do mais, eu poderia muito bem ter vindo no meu carro. joão: tudo bem então... mas você está abusando... — falei em tom de advertência. lari: aee — dei um "pulinho", ligando o som e estava tocando a música: pillowtalk. — joão movimentou os lábios cantando juntatamente e vez ou outra, olhava para mim. "sim, comportamento imprudente. um lugar que é tão puro, tão sujo e cru. ficar na cama o dia todo. trans**do com você e lutando é o nosso paraíso e é a nossa zona de guerra. minha inimiga, minha aliada." 🎶 larissa on: ao chegarmos, joão estacionou, saiu do carro e deu a volta abrindo a porta para mim. — você está com febre? — perguntei e me atrevi a colocar a mão em sua testa. joão: não estraga, vai. lari: tudo bem então. — saí do carro e seguimos um ao lado do outro em direção ao edifício de direto. todos nos olhavam curiosos, principalmente jade que me fitava com um nojo estampado na cara. ao nos aproximarmos de minha sala, joão me informa que vai perambular pelo campus, durante o período das aulas, e que assim que as mesmas terminarem ele passa aqui para me buscar. concordo com a cabeça e quando ele gira os calcanhares para sair... — por que está agindo desta forma comigo? joão: de que forma? — franzi o cenho. lari: assim, tão calmo, brincalhão, humano... por acaso é a ressaca? — rimos e ele mordeu o lábio. joão: até pode ser... mas a real é que... eu realmente estou me importando com você. #criminalove_imagine #jolari

comment 4,305 star 4,649 2 weeks ago

Criminal love - capítulo 136 lari: meu deus do céu, quantas doses você bebeu? joão: só cinco. — com a boca disse 5 e com os dedos apontei 9. lari: percebe-se... agora vamos, tira logo as calças que não vou fazer isso por você. — digo e ele fica me encarando sem entender. bufo e reviro os olhos enquanto vou até ele e tiro suas calças o deixando apenas de cueca box preta. joão: está sendo uma boa garota hoje, larissinha. e como prêmio vou te mostrar um dos meu dotes... se sinta honrada, porque só duas pessoas sabem desse meu dom. lari: alguém me socorre, por favor... — antes de continuar, joão me corta soltando a voz... e apesar da cena ser cômica, ele não cantava assim tão mal. joão: "que mal te fiz eu? para me tratar assim como um farrapo... um vagabundo, um pobre coitado, já não bastava ter matado o nosso amor..." ♪ — continuei cantarolando enquanto ela me enfiava debaixo do chuveiro. lari: eu deveria gravar essa cena. uahsuahsuahsua joão: caralho mano, isso está gelado. aqui num tem água quente não? — reclamei alto e ela riu. lari: quem mandou beber como se o mundo fosse acabar amanhã? — joão faz cara feia enquanto eu firmo seu braço para ele ficar quieto. vejo um sorriso safado crescer em seus lábios devido a meu toque e em questão de segundos minha pele se arrepia pela água gelada entrando em contato com minha pele. joão me impulsiona contra a parede me deixando sem ar por conta do seu corpo colado ao meu. fechei os olhos instintivamente. joão: eu preciso disso... — proferi unindo nosso lábios, fazendo sua boca mexer junto a minha. lari: joão... não-o! — grunhi entre o beijo — não podemos repetir o mesmo erro; tem sido assim desde que eu cheguei aqui... você me beija, ou eu te beijo e no dia seguinte agimos como se nada tivesse acontecido. — ele resmungou um palavrão qualquer e permaneci com os olhos fechados por uns instantes, apenas voltando a minha respiração e sentindo a dele bater na minha pele. ouvia o barulho da água caindo e seu peito pressionando em mim por causa da sua respiração pesada. joão: não vamos estragar... — disse baixinho. — pelo menos uma vez. #criminalove_imagine

comment 920 star 3,695 2 weeks ago

Carlos: pô mano, falei para me esperar... — dei dois tapinhas nas costas do joão, fazendo com que zé e larissa olhassem para trás. zé felipe: a quanto tempo está aqui? joão: acabei de chegar. lari: joão, podemos ir? amanhã tenho aula e preciso acordar bem cedo. joão: por acaso eu disse que ía levar você? — disse ríspido. lari: o que? mas você insistiu para que eu fosse sua acompanhante esta noite e eu não trouxe o meu carro. — argumentei e cruzei os braços. joão: se vira! o fato de eu ter te trazido a uma festa, não significa que eu vá te levar pra casa. lari: você é um grosso mesmo! joão: chega de mimimi e cala a boca, que sua voz de perequita engasgada me irrita! — empurrei todos da minha frente e segui em direção ao meu carro. carlos: relaxa, ele deve estar de tpm. — tentei uma piada, mas fiquei no vácuo. (joão guilherme narrando: saí com passos largos daquela p*rra de fast-food e dirigi até um bar. ao chegar no mesmo, puxei uma cadeira e bebi algumas doses de whiskey para relaxar... — quem aquela garota pensa que é para sentir pena de mim? e o zé, que moral ele tem? ele já comeu tantas ou até mais vadias do que eu; a única diferença é que não escondo quem eu sou, enquanto ele fica pagando de bozinho. — bufei e acendi outro cigarro.) larissa on: 1:45 a.m. acordei num sobressalto, com um barulho infernal de alguém espancando a porta. me levantei rapidamente, e ao abrir a mesma dou de cara com o joão guilherme e uma criaturinha fofa em suas mãos. (...) joão: sur-surpresa! — cambaleei e me escorei no batente da porta. lari: que ótimo, está bêbado. — suspirei e balancei a cabeça em negação. joão: eu não... — solucei — tô bêba...do... lari: não é o que a sua cara diz... — forcei um sorriso e ele revirou os olhos. joão: te trouuuuxe, isso. — tombei a cabeça para o lado e lhe entreguei a cadelinha. lari: owwn, que coisinha mais fofa. — puxei a bolinha de pelos de suas mãos. — onde a encontrou? joão: eu estava voltando pra casa e a-achei ela na rua, então me lembrei de você. lari: o que? — o olhei indignada — por acaso está me chamando de cachorra? — ele assentiu dando de ombros e começou a rir. #criminalove_imagine #jolari

comment 2,058 star 4,248 2 weeks ago

(larissa narrando: mordi os lábios fortemente ao senti-lo afastar minha calcinha para lateral, e agradeci mentalmente pelo tecido que cobria a mesa ser grande o suficiente para esconder nossos quadris. uma centelha de calor percorreu pelo meu corpo quando seus dedos pressionarem meu ponto sensível, arrancando-me um suspirar desesperado. fitei-o com um olhar repreensivo enquanto o mesmo conversava com seus amigos naturalmente, como se nada estivesse acontecendo. ah...meu deus. — suspirei ao senti-lo fazer um movimento circular em meu clitó*** obrigando-me a apertar o tecido da mesa entre os dedos.) giovanna: você está bem? joão: é larissa, você está bem? — perguntou sarcasticamente. lari: não é nada demais. — forcei um sorriso. — minha cabeça está doendo. — respondi a gih. giovanna: vou pedir um remédio para você. — sorri docemente e me levantei da cadeira. lari: o-obrigada! — exclamei com a voz trêmula e joguei a cabeça para trás por senti-lo pressionar a ponta de um dedo em minha entrada. — você está maluco? joão: relaxa, eu não vou colocar tudo... é só a pontinha. — dei de ombros e continuei minha tortura. lari: pare com isso! — disse em tom baixo, enquanto meu peito subia e descia sentindo minha intimidade cada vez mais úmida por conta de sua estimulação. joão: agora que já está familiarizada, vou aprofundar um pouco mais... lari: não! — resmunguei roubando a atenção dos meninos. zé felipe: “não” o que? lari: n-não aguento segurar... — disse a primeira coisa que me veio em minha mente, enquanto joão se divertia com a situação. ahh... — meus olhos lacrimejaram e repremi um gemido ao sentir seu dedo adentrar um pouco mais... carlos e zé arquearam uma sobrancelha em minha direção e joão apressadamente retirou sua mão de dentro da minha saia. lari: preciso ir ao banheiro. — proferi controlando-me o máximo possível, enquanto uma garçonete servia o lanche. antes de sair, peguei uma taça com água a minha frente e ingeri o liquido de uma vez. carlos: hmm. — sorri malicioso — acho que alguém aí deveria ir lavar as mãos antes de pegar nos talheres e comer a pizza. — lari se ensgagou com a água e joão me fuzilou com o olhar. #criminalove_imagine

comment 887 star 3,561 2 weeks ago

Postando essa montagem do @imaginejoaoelarii pra dizer que estou amando o imagine...♥ e que estou morrendo de saudade do meu casal que já foi real♡ #jolari #criminalove_imagine

comment 6 star 60 2 weeks ago

Q pft😍 (créditos: bruna❤, @imaginejoaoelarii) #luuhelj #criminalove_imagine

comment 1 star 39 2 weeks ago

Criminal love - capítulo 130 jade narrando: saí furiosa do banheiro e adentrei em meu carro pisando fundo no acelerador. — pobre larissa; não tem idéa do que sou capaz de fazer... — gargalhei — eu juro, — dei ênfase — que ela vai com sangue por cada lágrima que derramei! (enquanto isso...) joão: mandar você procurar o que fazer, não significa sair arranjando briga! — tentei conter o riso. lari: não tenho culpa se a sua vadia mandou me sequestrar. — cruzei os braços. joão: você é muito loka garota. kapskapskp — foi impossível não rir. a cara arranhada da jade era cômica. — eu não posso virar as costas um segundo que você arranja um novo problema. mas que coisa! lari: ela deveria me agradecer por não ter arrancado o seu cabelo — respondi e zé se aproximou de onde estávamos. zé felipe: nós vamos sair... vocês querer ir? lari: pra onde? — indaguei curiosa. carlos: essa festa tá um saco, então a gih sugeriu que fóssemos a uma pizzaria lanchar. joão: por mim tudo bem! — meu plano de vingança foi interrompido, mas nada impede que eu improvise. (larissa narrando: seguimos a ferrari do carlos até uma lanchonete luxuosa no centro da cidade. ao chegarmos, nos acomodamos numa mesa no canto e sentei-me ao lado de joão. a nossa frente estavam zé e gih, e o carlos ocupou um lugar na quina da mesa. estávamos todos entretidos em conversas paralelas, quando senti o peso da mão do joão repousar sobre meu joelho. apesar de estranhar o ato. não protestei; até que ele vagarosamente deslizou um pouco mais para cima apertando a minha coxa e adentrando em minha saia. arregalei os olhos em repreensão, e ele se inclinou até meu ouvido sussurrando em seguida.) joão: não coloque as mãos abaixo da mesa, eles podem suspeitar. lari: o que pensa que está fazendo? — meu corpo se arrepiou em nervosismo quando a sua mão alcançou minha intimidade acariciando-a ternamente sobre o fino tecido da minha peça íntima. joão: a vingança é um prato que se come frio. — sorri sacana e puxei sua calcinha para o lado — então me deseje um bom apetite, boneca! #criminalove_imagine #jolari

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Jade: hahaha. — gargalhei — sim eu estava! mas e aí, o que vai fazer? lari: isso! — me virei com raiva e acertei um tapa no rosto dela, que cambaleou para o lado . jade: você é louca? — segurei seu braço com força e a puxei, jogando-a contra a parede. lari: me solta! — senti um baque em minha boca e em seguida um tapa em minha bochecha. jade: cadela! — exclamei me desvincilhou um chute. lari: piranha maldita, vou dar o que você merece! — me virei pegando em seu pulso e o girei com força, fazendo com que seu osso estalasse. jade: piranha é você! — gritei e tentei lhe acertar outro tapa mas a giovanna me puxou pra longe dela. lari: abaixa o tom comigo! eu não sou uma vadia para vir me tratar desse jeito! jade: ah.. claro... além de ser vadia, é a protegida so joão, a que tem todos privilégios... mas diz aí larissa, abriu as pernas só pra ele, ou também deu para o zé felipe? lari: sua arrombada!!! — corri até ela puxando seus cabelos com força e curvando sua cabeça para trás. a porta foi aberta com força fazendo eu tomar um susto, mas não o suficiente para parar de puxar os cabelos dela. joão: que porra está acontecendo aqui?! — ambas olharam para mim e larissa curvou os dedos arranhando a cara da jade, deixando um rastro de sangue na mesma. zé felipe: lari! — gritei me interferindo entre elas — parem com isso!! — joão puxou jade pelo braço enquanto eu segurava a larissa. joão: que palhaçada é essa? jade: essa garota é louca! chegou aqui do nada me batendo e me xingando de puta. — me vitimizei e ela me olhou indignada. lari: não banque a coitada pra cima de mim! ela estava metida no lance do sequestro! joão: isso é verdade? — me virei para gih e ela confirmou. jade: cala a boca traidora! — tentei me livrar dos braços do joão e ele me empurrou no chão. giovanna: eu me cansei, não quero mais incobrir suas idiotices. joão: cai fora daqui! — ordenei a jade. jade: eu não acredito que vai me deixar por causa dessa coisa horrível aí. — disse com raiva.. joão: foda-se! não quero mais saber de você; vai procurar outro bandido pra dar; a partir de hoje você não tem nada a ver comigo! jade: aaah eu te odeio! — gritei e saí chorando dali. #criminalove_imagine

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