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Criminal love - capítulo 01

larissa manoela on: acordei com o barulho estridente do meu despertador, já são sete horas da manhã e preciso me apressar pois um longo dia
me espera. minha vida se resume em "mera rotina". colégio, casa, casa e colégio. não me considero o tipo de garota anti-social e sem amigos,
mas meu conceito de diversão se difere da maioria dos jovens da minha idade. raramente vou a festas, exceto quando maísa, minha melhor amiga
me "obriga" a acompanhá-la. podem me chamar de tediosa ou introvertida mas prefiro mil vez ficar em meu quarto lendo livros, escutando músicas do que
frequentar locais cheios de pessoas se embebedando como se não houvesse o amanhã. este é meu estilo de vida, esta é a minha rotina e o jeito que eu escolhi
para ser; mas tudo mudará a partir de hoje. o fato de ter conquistado uma bolsa integral em uma das melhores universidades de nova york só comprova
que sempre estive certa em me ocupar com os estudos e me preocupar com minhas notas. a parte negativa disso tudo é que o campus fica a horas de distância
da minha cidade, já que moro no sul da califórnia, em san diego para ser mais exata. eu poderia estudar por aqui mesmo, mas minha mãe fez
questão que eu optasse pela (nyu) new york university, já que a mesma se formou nesta instituição. às vezes me pergunto se é apenas por tradição de família
ou se ela quer se ver "livre de mim". meu relacionamento com silvana taques nunca foi dos melhores, não discutimos nem nada do tipo,
mas não temos aquela afinidade que geralmente existe entre mãe e filha. o mais estranho disso tudo é sua insistência para eu ficar na casa dos ávila,
antigos conhecidos da mesma. me sinto desconfortável com esta idéia, não gosto de ser um empecilho e incomodar ninguém! mas ela alega que naira tem uma grande
dívida com ela e que me receberá de "braços abertos". hoje me mudo para nova york e espero que minha estadia neste novo lugar seja a mais calma e tranquila
possível. #criminalove_imagine #jolari

comment 583 star 5,746 January 2017

Criminal love - capítulo 09

joão: quer dizer que teve a audácia em me desafiar... lari: eu juro que não tive a intenção, seus amigos me convidaram para me juntar a eles, mas não aconteceu nada,
me desculpa, eu... — cortou-me.
joão: você não tem idéia de como eu fico irritado quando alguém quebra as minhas regras.
lari: mas que droga! o que eu te fiz para me tratar desta forma? não tem nem 24 horas que estou na sua casa,
você nem me conhece e parece que tem ódio por mim. — elevei a voz.
joão: escuta aqui vadiazinha do caralh*, pensa duas vezes antes de alterar o tom da sua irritante voz comigo!
lari: vai me matar? porque se este for o plano faça-o de uma vez! eu não aguento mais... — suspirei pesado.
joão: então a bonequinha tem medo de morrer? — segurei seu rosto forçando-a olhar diretamente para mim. —
pois saiba que a morte é minha fiel companheira, minha aliada, estamos sempre juntas, lado a lado.
lari: eu vou gritar, vou chamar a polícia pra você seu pscicopata, louco! meu deus me tira desse inferno por favor! — deixei as lágrimas
caírem dos meus olhos, não conseguia mais reprimir o choro. — ele sorriu malicioso e retirou um objeito do bolso de sua calça. — o q-que vai fazer?
joão: eu deveria te matar agora mesmo, mas não sei que p*rra de ligação minha família tem com a sua então não farei nada por enquanto, a não
ser uma pequena lembrança para você aprender a me respeitar!
lari: por favor, não... — joão pegou um canivete e passou lentamente em meu braço; repetindo o ato 3 vezes seguidas. a ardência e dor era eminente
e mesmo que tentasse me livrar não conseguiria, ele é forte demais.
joão: espero que tenha aprendido a lição, e nem ouse contar para minha mãe o que aconteceu aqui, senão as coisas irão ficar bem piores para o seu lado. — levei
o canivete até minha boca e chupei os vestígios de sangue que continha no mesmo.
lari: o que você é na realidade? um vampiro? — ironizei e ele riu alto.
joão: o diabo talvez? — franzi o cenho. — deveria me agradecer por ter pegado leve com você. — me levantei
e sorri debochado. — tenha uma boa noite, boneca. — saí do quarto e bati a porta com força. #criminalove_imagine

comment 1,143 star 5,133 January 2017

(escritório)

matheus: calma mano, temos armamento o suficiente para acabar com todos eles, é simples. — dei de ombros.
joão: se fosse a vida do seu pai que estivesse em jogo talvez você usaria essa merda que chama de cérebro antes de falar alguma coisa.
zé felipe: ainda não temos certeza se ele foi mesmo sequestrado ou se "sumiu" por conta própria, não seria a primeira vez que o senhor leonardo faz isso.
joão: é mas já tem 6 meses que ele não se comunica e eu mandei homens por toda essa droga de país mas até agora nenhum rastro ou uma pista sequer.
carlos: você tem muitos inimigos joão, caso o leonardo tenha sido mesmo sequestrado o mayke não seria o único suspeito. — argumentei.
joão: sim, mas não acha que é muita coincidência ele ter se mandado justamente quando o meu pai "desapareceu"? e agora o filho da p*ta aparece de novo. ele voltou por algum motivo e preciso descobrir o porque. (enquanto isso...) larissa on: uma chave de carro?
porque alguém me daria um carro? e quem seria o "bom feitor"? — houve ironia em minhas palavras. —
espera... o joão tem muitos automóveis, será que é uma forma de me agradecer por tê-lo ajudado ontem? claro que não... ou talves ele tanha ficado
com pena por eu ter pedido o transporte ou as vezes tem uma bomba dentro do veículo. — minhas suposições podem parecer estúpidas, mas do joão guilherme
pode se esperar qualquer coisa, ele é totalmente imprevisível. — desci até a cozinha para prepara um lanche e lá estava
ele em frente a geladeira aberta pegando algumas cervejas. me aproximei buscando coragem para fazer minha pergunta. — joão, posso falar com você? — ele me ignorou e continou "fuçando" na geladeira. por acaso foi você que deixou isto no meu quarto? — disse lhe mostrando a chave e finalmente ganhei sua atenção.
ele juntou as sobrancelha e fez uma expressão confusa e em seguida olhou para a entrada da cozinha. — dá para me responder? por acaso me deu
um carro por tê-lo te ajudado com os machucados e te dado um banho para abaixar a sua febre?
joão: cala a p*rra dessa sua boca! — gritei apontando para frente, ela se virou e a jade e giovanna estavam nos olhando.
lari: eu tô ferrada! #criminalove_imagine

comment 863 star 4,419 January 2017

Criminal love - capítulo 57 (larissa narrando: as demais aulas passaram e thomaz me convidou para almoçar e em seguida me levou para "casa". conversamos durante
o percurso. ele me contou que mora sozinho num apartamento próximo ao campus e que saiu de chicago para estudar na nyu. ao chegarmos, nos despedimos com
com um beijo no rosto e o agradeço imensamente pelo almoço e carona. subo para meu quarto e tomo um banho quente para relaxar e ao terminar
desço as escadas encontrando zé concentrado mexendo num computador e o carlos xingando palavrões aleatórios na sala)

lari: ei, o que estão fazendo?
carlos: verificando uns arquivos, mas essa merda resolveu travar bem na hora que estávamos copiando os dados.
lari: o que exatamente aconteceu?
zé felipe: não sei ao certo, mas o programa simplesmete fechou e o conteúdo do cd "desapareceu". — bufei em frustração.
lari: olha, eu entendo um pouquinho de manutenção e sistemas, se quiserem posso dar uma olhada para vocês. — eles se entreolharam e o zé concordou com a cabeça.
zé felipe: o f*da é que nosso hacker não está mais aqui e precisamos urgentemente de outro. — cerca de 30 minutos depois... lari: zé, eram estes os arquivos que estavão procurando? — os garotos se aproximaram e notei uma expressão espantada nos mesmos. e em seguida o carlos
começou a "vibrar".
carlos: como você conseguiu?
lari: tinha um vírus oculto no cd, então o tirei e restaurei os arquivos.
zé felipe: você é incrível! — disse entusiasmado e tornei a mexer no computador.
lari: eu sei disso. — sorri brincando com eles. — mas carlos, o que aconteceu com o hacker de vocês? — indaguei curiosa.
carlos: deve estar queimando no inferno, esqueceu que o joão o matou por ter tentado te estuprar? — ops.
lari: espera... o joão matou o matheus? — senti meu estômago revirar.
zé felipe: não consegue dar uma dentro em mano. — o repreendi.
carlos: mas é a verdade, e uma hora ou outra ela ficaria sabendo. — dei de ombros.
lari: com licença, preciso de um copo de água. — caminhei em direção a cozinha enquanto digeria a informação... porque o joão mataria um dos seus melhores amigos e
parceiro do crime por minha causa? #criminalove_imagine

comment 1,059 star 4,522 January 2017

Criminal love - capítulo 06

lari: sobre o que quer falar?
joão: então larissa...
lari: me chame de lari, por favor. — disse pausadamente.
joão: tudo bem larissa! — ela revirou os olhos. — vim ditar algumas regras.
lari: regras?
joão: a primeira, fique longe de mim. a segunda, não entre no meu quarto e em meu escritório. terceira não se aproxime dos meus amigos,
eles vem com frequência aqui em casa, então para o seu próprio bem não tenha nenhum contato com eles. e por último, tome muito cuidado comigo. você não
faz idéia do que eu sou capaz.
lari: pode deixar, manterei o máximo de distância possível de você!
joão: acho bom boneca, e se falar alguma coisa sobre esta conversa com a minha mãe...
lari: tudo bem, eu já entendi. agora poderia sair do meu quarto? por favor.
joão: está com medo larissa? pois acho bom que esteja, e espero que não quebre nenhuma regra. — me aproximei e ela recuou na mesma quantidade de passos, a encurralando
contra a parede. — pois não sou de falar duas vezes. — sussurrei em seu ouvido.
naira: lari, a comida chegou! — ambos olharam assustados para mim. — está tudo bem por aqui?
joão: claro, estava apenas dando as boas vindas a nossa hóspede. — sorri debochado encarando larissa. — acho que vai precisar de um telefone novo,
é horrível mexer no celular com a tela quebrada. — lancei-lhe um olhar mortal e saí do quarto. (...) joão guilherme on: a viagem foi de fato proveitosa. comi algumas vadias, me distraí com jogos e o assalto ao cassino foi impecável apesar das vítimas.
mas matar nunca foi problema para mim. estava tudo normal até me encontrar com aquela
garota na cozinha, eu havia esquecido que minha mãe falou que abrigaria a filha de uma antiga colega, só não entendo que p*rra de dívida ela tem com
silvana taques. ela sempre lhe enviou dinheiro e já escutei pedaços de conversas bem suspeitas entre as duas, cheguei a pensar que elas tem um caso
ou algum rolo, mas seria bizarro... eu não queria aceitar mas ela implorou e tive concordar com essa idéia estúpida, e é melhor que ela se mantenha na linha senão terei que quebrar a promessa que fiz a minha mãe e me livrar da garota. #criminalove_imagine

comment 710 star 4,869 January 2017

To relendo o imagine #criminalove_imagine, e to nostálgica 😹 a bru sempre arrasa nas fics 💕 pena q o fix you é o último 😣

comment 0 star 31 October 2017
comment 3 star 65 February 2017
comment 3 star 36 November 2017

último capítulo de criminal love ||
que nostalgia!!

comment 37 star 381 November 2017

To relendo o imagine #criminalove_imagine, e to nostálgica 😹 a bru sempre arrasa nas fics 💕 pena q o fix you é o último 😣

comment 0 star 31 October 2017

Criminal love - final

mayke: eii! vocês tem dois filhos para cuidar. — me intrometi, antes que esses malucos,
cometam alguma loucura.
lari: ele trapaceou, mayke! — relutante, abaixei a minha arma.
joão fez o mesmo.
mayke: relaxa, boneca... eu vi.
joão: quem você pensa que é, para chamá-la de boneca, caralho!? lari: vai se foder, ávila. — nos encaramos por alguns segundos e instantaneamente, começamos a rir.
mayke: haa, vão tomar no c* vocês dois, eu hem... casalzinho mais bipolar. — murmurei e me afastei dali.
joão: desculpa, vai...
não fica puta comigo por isso.
lari: tudo bem, mas devido a trapaça... serão dois meses dando banho e limpando as crianças — fiz bico.
joão: ok, dois meses então... agora vem comigo. (minutos depois...) joão: se lembra de quando eu te trouxe aqui, pela primeira vez?
lari: claro que sim... foi quando você declarou, estar fodidamente apaixonado por mim. — estávamos no alto do morro,
em uma região estratégica, da cidade... o céu estava estrelado, e a luz da lua completava a linda paisagem,
fazendo contraste com a penumbra da noite. joão estendeu sua mão, e me ajudou a sair do carro. — sabe, eu ainda não consigo acreditar que você
abriu mão do teu maior sonho, por mim e nossos filhos.
joão: vocês são minha prioridade agora. o meu bem mais precioso.
a minha família.
lari: owwwn, olha como ele está sendo fofo. — seus braços envolveram a minha cintura, me colocando sentada, em cima do capô do carro.
dei um gritinho pela surpresa, e ele posicionou seu quadril, entre as minhas
pernas.
joão: me chama de fofo de novo, que eu te dobro agora mesmo...
lari: tão delicado... — revirei os olhos — você é um idiota.
joão: o seu idiota. — sorri e selei nossos lábios.
lari: eu amo você, jojo.
joão: eu também te amo, boneca. —

sei que estamos longe de ser o "casal perfeito" e romântico, somos a mistura do certo e o errado,
do fogo e paixão...
"é o nosso paraíso, e é a nossa zona de guerra".
uma bagunça explosiva, na maior parte do tempo... nosso amor é como uma droga, ao qual não conseguimos viver sem.
e foda-se, eu sou completamente e loucamente viciado, por cada pedaço dessa garota.
a minha garota.

fim. #criminalove_imagine #jolari

comment 2,921 star 4,506 May 2017

Criminal love - penúltimo capítulo

joão: fala aê, mayke... tem como nos encaixar na corrida?
mayke: claro... ela irá correr com você?
lari: não. iremos em carros diferentes.
mayke: está certo... bora pra rua, então. (.....) joão: você ainda não disse o que vamos apostar, boneca.
lari: é simples, quem perder limpa e dá banho nas crianças durante um mês.
joão: isso é sério? — ri desacreditado.
lari: o que acha? — arqueei uma sobrancelha.
joão: você anda muito confiante ultimamente, boneca... lari; chega de enrolação, jojo, — devolvi a provocação.
joão: então se prepare para perder! — ambos fechamos as portas de nossos carros.
xxx: 3,2 1! valendo! — dei a largada. (larissa manoela on: acelerei ao máximo e soltei o freio, fazendo assim, minha ferrari sair em disparada.
vi dois carros atrás do meu e dois a frente, um deles era um vermelho e preto e o outro, era o do thomaz, mas logo eu o ultrapassei... ficando um pouco atrás do joão.
depois de passar todas as ruas do percurso, e estarmos na curva para a última e longa avenida... eu me desesperei. joão e eu, fizemos a curva juntos, lado a lado,
na mesma velocidade e proporção...
e por pouco, o meu carro se choca com o seu. meu coração estava acelerado, a adrenalina corria a mil...
faltava apenas alguns metros para a rua de mayke... então, pisei fundo no acelerador, e saí derrapando e cantando pneu no asfalto, porém...
ao me aproximar da linha de chegada... joão guilherme, vulgo trapaceiro filho da puta... prensou meu carro contra o seu... me empurrando para fora da pista, e diminundo a minha velocidade.) joão: haha, acho que alguém perdeu a corrida... — zombei. —
vai ter que dar banho e limpar os gêmeos sozinha, durante um mês!
lari: você trapaceou! — desci furiosa do carro e saí pisando duro, em sua direção.
joão: eu? magina... você que deu bobeira, boneca... aceita que doi menos. — sorri debochado e lari travou o maxilar.
lari: cala a boca, eu vou te matar joão trambiqueiro de ávila! — num ato de fúria, saquei minha arma da cintura e ele fez o mesmo com a dele...
e emputecidos e irados, apontamos nossas pistolas, uma na direção do outro.
joão e lari: você me paga! #criminalove_imagine

comment 854 star 3,438 May 2017

Martin: e quem te viu, se visse hoje não acreditaria... que o maconheiro virou homem de família... ♪ — cantorolei, e todos me encararam. — mals ae galera,
acho que me empolguei.
eduardo: no fundo, eu já sabia que não iria aceitar a proposta...
mas não me custava nada, tentar. — abracei o meu afilhado de lado e lhe dei um aperto de mão. — foi a melhor escolha que você poderia ter feito. — bem pessoal, estão liberados para curtirem a festa. e carlos, me acompanhe até o meu escritório. (narradora on: as luzes coloridas, preenchiam o local, deixando ambiente agradável e aconchegante para os convidados...
pessoas de diferentes tipos, estilos e idades... dançavam ao som
da batida que dj remixava. mharessa e thomaz estavam envolvidos em um jogo de beer pong; enquanto alison e justin "requebravam" desengonçadamente,
tentando imitar os passos de dança, de seus pais.
carlos estava numa conversa séria com o eduardo, e
martin, gargalhava histericamente no meio da varanda, a bebida já surtia efeito em seu organismo.) thomaz: e aí, ficaram sabendo do racha que vai rolar na casa do mayke? geral está indo pra lá.
joão: tá afim de um pouco de adrenalina, boneca? — a olhei sugestivo.
justin: tio thomaz, eu posso ir também? diz que sim, por favor... diz que sim. — uni minhas mãozinha implorando.
thomaz: não vai rolar, garotão... é perigoso, e você não quer correr o risco de ir para o céu agora, não é mesmo?
justin: é lá no céu que o vovô está?
joão: na verdade, ela está no inferno mas... lari: joão. — o repreendi. — olha meus amores, mamãe e o papai vai sair um pouco, então trate de obedecer a tia matilde ok?
alison: só se vucês comprarem um unicórnio de verdade pra mim.
justin: e um ursinho panda de verdade pra eu. — negociei.
joão: tudo bem, amanhã o papai compra... — pestinhas chantagistas
alison e justin: ebaaa. — concordamos com o papai, e fomos até a tia matilde. (...) joão: e aí boneca, vai topar ou arregar? — deslizei minhas mãos até a sua cintura.
lari: estou dentro, mas o que acha de tornarmos as coisas mais interessantes?
joão: o que está me sugerindo, larissa manoela de ávila?
lari: iremos fazer uma aposta! #criminalove_imagine

comment 699 star 3,435 May 2017

João: orra, desde que eu entrei oficialmente para este meio, esta vida de fora da lei, badboy da porra toda. — brinquei e todos riram. — meu objeto
final, era ter um posto tão importante como este.
ser o cabeça, o líder... está acima de tudo e de todos.
sempre fui um cara ambicioso, orgulhoso, com o temperamento difícil de entender...
com o gênio complicado de lidar...
a ânsia pelo poder, ocupava de fato, o primeiro lugar em minha vida.
mas como eu acabei de dizer, "ocupava"; já que hoje não ocupa mais.
há cerca de seis anos atrás, alguns dos meus conceitos e prioridades mudaram.
sempre pensei que eu seria só; que não teria uma mulher fixa, ou até mesmo filhos... — ri sem humor, ao me recordar de tais lembranças. —
queria curtir, comer vadias todas as noites, fumar sem pensar no dia do amanhã...
mas tudo isto mudou, quando eu a conheci. — olhei para larissa. — não pensem que me tornei bonzinho ou alguma merda do tipo, porque não,
eu não me tornei. mas eu aprendi a valorizar as para pequenas coisas, que ao longo da vida, tem total significado.
do que adianta eu ter riquezas e poder... se não terei com quem dividir minhas derrotas e minhas vitórias...?
alguém por quem olhar... por quem viver... com quem eu possa contar e confiar.
e hoje, meus pensamentos em relação à companheira... à família... mudaram. — matilde, justin e alison... surgiram em meu campo de visão. ambos se aproximam de larissa. —
sabe padrinho, eu me sinto lisongeado por ter me escolhido...
por depositar tamanha confiança em mim, mesmo que eu tenha aprontado e feito coisas tão fodidas no passado. — ri. —
mas eu não posso. este cargo exige muita concentração, dedicação e entrega... fiquei preso por seis meses...
e foi foda não poder acompanhar a gestação dos meus filhos, não poder vivenciar cada momento desta fase com a minha esposa... — suspirei. —
eu quero continuar trabalhando para você, mas não posso colocar algo do tipo como a minha prioridade principal.
eu prezo e adoro o meu trabalho, curto pra caralho o que eu faço...
mas... — me caminhei até onde lari e as crianças estavam. — eu amo a minha família, e não quero ficar longe deles outra vez. #criminalove_imagine

comment 591 star 3,365 May 2017

Lari: giih, que bom que vocês vieram... eu posso segurá-la?
giovanna: claro. — entreguei minha pequena victória para ela.
lari: owwn, que coisinha mais linda... tenho certeza que ela puxou a você.
carlos: haha, eu escutei.
lari: é a mais pura verdade. — dei de ombros.
giovanna: nós iremos ficar por pouco tempo...
não quero que a "poluição" deste ambiente, prejudique a saúde da mi... — minha fala fora interrompida, com o tilintar, de um talher sendo batido em uma taça de cristal.
eduardo: boa noite, queridos amigos e amigas...
bem... como os a maioria sabe, eu estou chegando aos meus quarenta e cinco anos...
sei que aparento ter menos, mas... — disse brincalhão e todos riram. — enfim, sou imensamente feliz, por ter passado 25 destes, sendo o chefe majoritário
da maioria de vocês... porém, acho que chegou a hora de me aposentar... quero curtir um pouco a vida, constituir família...
mas também sei... que devo deixar o meu legado para alguém que seja apto à ocupar o meu lugar.
xxx: e você já tem alguém em mente?
eduardo: sim. e foi justamente por isso, que os reuni aqui... joão, — me virei em direção ao meu afilhado. — apesar dos pesares, momentos
de rebeldia e vacilos... você tem demonstrado força, habilidade e todas as qualidades necessárias para ser um líder!
e dentre nossos maiores atiradores, contrabandistas, traficantes... eu escolhi você.
joão: o q-uê? — me engasguei, com a fumaça do meu cigarro.
eduardo: sim, filho. sei que tivemos algumas desavenças no passado, mas hoje, eu posso dizer com toda a certeza...
que deposito total confiança em você, para assumir este cargo.
porém... como você já sabe, terá que deixar o país, sozinho, por um ano... e fazer o treinamento especial (que faz parte das regras) em nossa sede no canadá.
depois disso, poderá regressar para os eua, e se habituar a uma vida agitada e cheia de responsabilidades...
então, joão guilherme de ávila... aceita ocupar o posto de maior gângster da máfia americana?
joão: bom... — intercalei o meu olhar entre o meu padrinho (que está disposto a realizar o meu maior sonho)
e larissa (a mulher que representa a minha família) e suspirei.
— a minha resposta é... #criminalove_imagine

comment 870 star 3,460 May 2017

Lari: joão, quantas vezes eu já falei, para você não dizer palavrões na frente das crianças? — o repreendi, enquanto descíamos do carro.
joão: foi mal, boneca... simplesmente escapou. — me fiz de inocente e segurei na mãozinha de alison e justin.
lari: é sempre assim... "escapou"... o que mais, esse teu pai desnaturado te ensinou? — perguntei para justin.
justin: nada, mamãe... só um vídeo onde a vucê estava gritando com medo do bicho papão.
lari: como assim gritando? e que história é essa de bicho papão? — franzi o cenho e encarei joão.
joão: booom... é melhor entrarmos logo, antes que os doces acabem... não é mesmo crianças?
justin e alison: siiiim. — entusiasmados, os gêmeos saíram correndo, puxando joão e lari em direção ao hotel de eduardo. (minutos depois...) alison: titio martiiin. — corri até o meu tio, que me recebeu com um abraço.
martin: oee mini bit... — larissa me encarou. — alison.
joão: a matilde já chegou?
martin: boa noite pra você também, jojo. — revirei os olhos. —
e respondendo a sua pergunta, sim.
ela está na sala..
joão: ok. alison, justin! venham com o papai. — relutantes, eles me obedeceram...
e caminhamos até a casa. [.....]
justin: eii tia matilde. — dei um beijinho no rosto dela.
matilde: oi meus amores, como vocês estão?
justin e alison: estamos bem, muito obrigado(a).
matilde: owwn, seus filhos são as criaturinhas mais fofas que eu já vi. — proferi, e os
gêmeos foram até a mesinha de centro, da sala.
joão: eles são duas pestinhas, isso sim... então, as regras são simples...
não dê bebida alcoólica para eles, não deixe que peguem cigarro, ou tablete de... — continuei passando as instruções.
justin: ali, ali... veja só o que eu encontrei. — disse pegando uns pacotinhos coloridos que estavam em cima da mesinha. — é cliclete.
alison: me da um. — peguei um pacotinho e abri. — aaah... não é chiclete, justin. é balão. — balancei o objeto.
joão: estamos entendidos? matilde...? — perguntei, porém alison me interrompeu.
alison: papai, enche esse balão pra mim?
joão: mas que porra, larga isso agora alison! — eram pacotes de preservativos.
definitivamente, não deveria tê-los trazido aqui. #criminalove_imagine

comment 626 star 3,388 May 2017

Sete dias depois... (joão guilherme narrando:
desde a morte de meu pai, o clima entre os membros da gangue está intenso.
uns festejaram, outros lamentaram... apesar de todo o mal que ele fez com naira e larissa...
eu o perdoei.
como havia dito antes, se não fose por ele... provavelmente eu teria sido vendido para uma quadrilha de tráfico de órgãos, ou coisa pior.
agora, como o clima já havia se amenizado... meu padrinho, eduardo costa,
nos intimou para uma festa, aonde o mesmo alegou que será feito um comunicado muito importante, e que a minha presença é indispensável.
sei que é errado levar duas crianças de cinco anos para um local como este, mas eu ainda tenho muitos inimigos,
e prefiro não arriscar... além do mais, matilde a babá de martin, também estará lá... e a mesma se ofereceu para tomar conta de justin e alison.
cansado de esperar... subi até o nosso quarto e me deparei com alison sentada na cama, com os olhinhos vidrados em sua mãe, que estava terminando de se maquiar.) lari: mas que raiva! — depois de três tentativas falhas de fazer um delineado de gatinho, pego o delineador e atiro-o contra o espelho.
joão começou a rir.
joão: você não precisa disso, boneca. já é linda, sem essas merdas todas.
lari: mas eu gosto, me sinto mais bonita.
joão: tudo bem, podemos ficar aqui a noite toda enquanto você tenta pintar a tua cara.
lari: vai se f... — mordi a minha língua, antes que eu pudesse soltar um palavrão. afinal, alison está no quarto. — já estou pronta.
joão: é para glorificar de pé, irmãos. — peguei minha filha no colo, nos encontramos com justin e fomos em direção ao meu carro. (....) lari: olha, vocês vão ficar com a matilde, a babá do tio martin, e tem que se com...
justin: aquele fi-lio da puta! — murmurei e fiz cara de bravo.
alison: mamãe, o que é filio da puta?
justin: porra, não diga isso ali.
alison: não diga porra?
justin: não diga porra... senão a mamãe vai cortar o pau do papai.
lari: meu deus... — cobri meu rosto com as mãos. — justin, de onde você tirou isso? — e acompanhando o olhar de meu filho, que encarava fixamente, o joão...
eu obtive a resposta.
joão: merda, fodeu! #criminalove_imagine

comment 763 star 3,355 May 2017

(joão guilherme narrando: desci justin do meu colo,
e suspirei fundo, antes de ir até onde meu pai estava, e retirar aqueles escombros de cima dele.
é fodido, eu sei... sei que deveria deixá-lo queimar no meio desse fogo, e pegar a senha direto para o inferno, mas eu não consegui.
se não fosse por este homem, talvez eu não estaria vivo hoje.
então, sem perder tempo... passei meus braços pelo seu tronco e comecei a arrastá-lo pelo chão.
em seguida, carlos e thomaz apareceram, com extintores maiores...
carlos pegou o meu filho no colo, enquanto thomaz me ajudou a levar o leonardo, envolvendo os braços do mesmo em nossos ombros.
caminhamos o mais rápido que podíamos, até que ouvi um estrondo forte de coisas caindo, desmoronando e olhei para trás, vendo o telhado, e paredes,
se despedaçarem diante do fogo.
olhei para leonardo e puxei seu braço brutalmente, saindo pela pequena porta, antes que um pedaço de madeira caísse em nossas cabeças.
assim que coloquei meus pés na terra, do lado de fora da cabana, as penas de leonardo fraquejaram, e antes que ele pudesse cair, eu o segurei de lado. em seguida,
ele semicerrou os olhos em minha direção.) leonardo: por... por que você me ajudou?
joão: porque apesar de tudo, você é o meu pai.
você teve chances e inúmeras oportunidade de me matar... mas não o fez, então considere isto como uma troca de favores.. leonardo: joão, meu filho... sei que não vai acreditar, mas eu... — as palavras saíam embaralhadas,
eu estava fraco e a cada segundo que passava, minha mente oscilava mais e mais. —
tudo o que eu fiz foi para o seu bem. pelo menos, era o que eu achava. eu sei que vou morrer, mas antes eu...
joão: calma, você vai sair dessa. tú é o dono da porra toda, se lembra?
leonardo: eu sinto muito... — comecei a tossir, devido a quantidade de fumaça que inalei. — eu tenho orgulho de você, e...
eu espero que algum dia me perdoe.
joão: leonardo, eu... — senti o corpo de meu pai se amolecer em meus braços.
eduardo se aproximou de onde estávamos e verificou seu pulso.
eduardo: eu sinto muito, ou talvez nem tanto... mas... o grande leonardo costa, acabou de falecer. #criminalove_imagine

comment 502 star 3,310 May 2017

João: me ajuda a pegar essa porra aqui. — me referi a um tronco de árvore que estava no chão.
eduardo costa: o que está pensando em fazer?
joão: não é óbvio? vou tirar o meu filho dali.
thomaz: é arriscado, joão... a casa está caindo aos pedaços.
joão: que se foda! eu não vou ficar aqui parado, assitindo de camarote, o meu filho morrer queimado naquela droga de cabana.
e então, vão me ajudar ou não? — relutante, eles acabaram por concordar. (narradora on: com a enorme madeira em mãos, os garotos tomaram uma certa distância e em seguida impulsionaram uma das pontas do tronco,
contra a porta da cabana.
uma, duas, três, quatro... investidas pesadas, foram necessárias para que finalmente, a mesma fosse escancarada. sem mais delongas, joão cobriu-se com seu casaco de capuz e adentrou o recinto.) (joão guilherme narrando: ao passar pela porta, retirei o meu casaco que continha vestígios de fogo e
em seguida peguei o extintor abc que estava dentro da minha mochila, e pressionei o mesmo na tentiva de amenizar as chamas.
percorria meus olhos pelo local, a procura de justin... mas aquela enorme cortina de fumaça, ofuscava a minha visão.
e foi aí, em meio aquele barulho agoniante de madeira caindo, que um grito de choro, ecoou.) justin: tá doendo, vovô, tá doendo. — um pedaço de madeira (do teto) havia caido na minha perninha.
joão: justin! — sem pensar duas vezes, me atirei em meio aquelas chamas e rolei no chão, indo até onde o meu filho estava,
tirei minha camisa, ao qual o fogo começara a espalhar na mesma, e retirei aquele pedaço de madeira, da perna de justin.
justin: papai. papai. — ergui meus bracinhos, pedindo colo, enquanto chorava.
joão: vamos, temos que sair daqui.
justin: não papai, o vovô está machucado... ajuda ele, por favor.
joão: tombei minha cabeça para o lado, fitando o homem que cuidou de mim, e que se tornou o meu maior pesadelo nos últimos tempos...
leonardo costa, estava ensanguentado, sem forças, e preso debaixo de uma parte do teto, que havia desmoronado.
ele me olhou nos olhos sem nenhuma expressão, aparente... e então, eu tomei a seguinte decisão... #criminalove_imagine

comment 310 star 3,218 May 2017

Criminal love - capítulo 486

justin: vovô, eu tô com fome... leonardo: xiu, cala a boca moleque. eu estou tentando me concentrar.
justin: mas a minha barriguinha tá roncando... leonardo: você parece um saco sem fudo, que porra! — marciel? — chamei por um dos meus capangas.
marciel: sim senhor.
leonardo: vá até a mercearia mais próxima, e compra alguma coisa pra esse esfomeado comer.
marciel: pode deixar. — assenti e segui em direção à saída da cabana.
justin: quando vucê vai me levar pro meu papai?
leonardo: nunca. esquece a tua mãe, o teu pai... que amanhã você e eu, faremos uma viagem para beeem longe daqui. — proferi enquanto
tomava um gole da minha garrafa de spirytus rektyfikowany. vocka com 96% de álcool.
justin: não! eu não quelo viajar com vucê... vucê é mentiroso! falou que ia comprar uma bola pra mim e não comprou. — fui até onde o meu vovô estava
e derrubei a garrafa de "água" dele, no chão.
leonardo: mas que droga! olha que o que você fez! — me levantei irritado e meio tonto, e cuspi a bituca de cigarro. me aproximei do garoto,
e peguei o cinto para dicipliná-lo. vou te ensinar a me respeitar, sua merdinha malcriada.
justin: vovô, cuidado! tá pegando fogo, tá pegando fogo!
leonardo: maldição! — praguejei, vendo o fogo se alastrar pela curtina e madeira da cabana. (enquanto isso...) carlos: como você tem tanta certeza de que eles estão no meio desse matagal?
joão: é apenas uma suposição... o meu pa... leonardo, costumava me trazer aqui, quando eu era criança.
na época, ele me disse que era o nosso segredo, que apenas eu e ele sabíamos da existência deste lugar.
carlos: tendi... joão: agora vamos! — dei sinal para os demais capangas, e ambos saíram dos carros...
estava escuro, um verdadeiro breu.
então, utilizamos lanternas para iluminar o caminho... andamos cerca de 15 minutos apé,
já que a estrada logo a frente, para não correr o risco de chamar atenção...
porém, ao nos aproximarmos da cabana... —
estão sentindo? — eu fungava ao redor fazendo careta.
carlos: cheiro de...
joão: cheiro de queimado! — exclamei olhando para a casa que estava em chamas,
e arregalei meus olhos sentindo meu coração apertar. #criminalove_imagine #jolari

comment 885 star 3,368 May 2017

Vinte e quatro horas depois... (joão guilherme narrando: um dia e uma noite se passaram, e nenhuma pista sobre o paradeiro de justin
fora encontrada.
eu estava péssimo. estava mal.
o sentimento de culpa, voltado ao aperto que sinto no peito, estava acabando comigo.
mas quando eu ía imaginar que depois de tantos anos, aquele filho da puta ainda nos perseguia? isso é tão fodido...
eduardo montou uma equipe de busca, que se encontra neste exato momento, vasculhando cada centímetro de nova york; enquanto
outros foram encarregados de verificar as câmeras de segurança pública, que ficam instaladas nas ruas. mas até agora nada!
nunca me senti tão impotente desse jeito, e esta, sem nenhuma dúvida, é uma das piores sensações que já tive.) mharessa: aqui, toma um pouco de café.
você não bebeu e nem comeu nada desde ontem. — lhe entreguei uma xícara de café.
joão: estou sem apetite.
carlos: orra man, toma pelo menos um gole... senão vai acabar desmaiando aqui... — peguei a xícara da mão de mharessa,
e tornei a oferecê-lo.
joão: já disse que eu não quero, caralho! — empurrei a louça com brutalidade,
derramando o líquido quente no carlos.
carlos: que porra mano! ficou maluco? eu tô queimando, caralho!
joão: vê como fala comigo, seu degraçado! — me levantei irado, cerrando os punhos em direção ao carlos.
thomaz: vamos parar com essa porra, seus bando de pau no c*, mas que caralho! eu tenho vontade de pegar um cacto de três metros e enfiar no c* de vocês,
pra ver se vocês sossegam! — os dois trocaram olhares mortais. e eduardo se aproximou.
eduardo: o teles acabou de me informar, que o leonardo ainda não saiu do país. certamente, está esperando a "poeira abaixar", para escapar.
thomaz: ele não está nos apartamentos, nem galpões, nem nos hotéis ou mansões... seja onde for, leonardo costa soube escolher muito bem o esconderijo.
joão: esconderijo... espera. — e como um lampejo, uma idéia me surgiu.
carlos: o que foi? que bicho de mordeu? — arqueei minhas sobrancelhas.
joão: eu já sei! — exclamei e peguei a chave do meu carro. —
eles estão numa cabana em inwood... uma área rural em manhattan. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 273 star 3,135 May 2017

Criminal love - capítulo 484 (ligação on;

xxx: olá... joão: quem é?
leonardo: a quanto tempo, joão...
não reconhece mais a voz do teu pai? — proferi com sarcasmo.
joão: o que você quer? — perguntei desinteressado. — fala logo! não tenho tempo para perder com você.
leonardo: por que esse estresse, querido?
por acaso o pequeno justin foi desapareceu?
joão: o quê? como voc.. espera... foi você, seu desgraçado!
você que sequestrou o meu filho! — esbravejei e larissa correu em direção ao quarto,
para pegar o aparelho de rastreador.
leonardo: cuidado com a boca suja, jojo...
que exemplo dará aos seus filhos, falando tantos palavrões? — zombei.
joão: leonardo, se você encostar um dedo no meu filho, eu juro que...
leonardo: calma, não tenho o menor interesse em magoar a criança,
afinal... ele é meu neto.
joão: o que você quer? dinheiro? minha vida em troca?
larissa conectou o aparelho em meu celular, e iniciou o processo de busca.
leonardo: não estou interessado em seu dinheiro, e já não quero que trabalhe para mim.
joão: e então, porra? o que vai fazer? — lari geticulou para mim,
alegando faltar pouco para identificar de onde vinha a chamada.
leonardo: eu não quero nada!
só liguei para avisar que vou ficar com o garoto. — disse tranquilo —
você se revoltou... e se virou contra mim,
nada mais justo que o meu neto ficar comigo e futuramente,
ocupar o meu lugar.
tenha uma boa noite... e diga adeus ao seu filho, para sempre.
justin: papai!!!
joão: nãooo!
ligação off.) martin: e aí, conseguiu rastrear a ligação?
lari: não, ele desligou antes que eu pudesse identificar. — tentei segurar o choro, mas as lágrimas já desciam
descompensadas pelas minhas bochechas... alison surgiu do corredor,
e se aproximou para que eu a pegasse no colo.
alison: mamãe... cadê o justin? eu procurei ele no quarto e ele naum tá lá. — passei minhas mãozinhas em seu rosto,
limpando as lágrimas. — eu tô com saudade do meu irmãozinho, mamãe. quero brincar com ele.
lari: todos nós estamos, meu amor... — aconcheguei minha pequena, em meu peito.
mas fica tranquila, que logo logo ele volta para casa. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 289 star 3,085 May 2017

Criminal love - capítulo 483

justin: vovô, aonde vucê tá me levando?
leonardo: para comprar a sua bola, esqueceu? — disse ao travar as portas do carro.
em seguida liguei a ignição.
justin: ebaaa... — bati palminhas. — mas não podemos demorar...
senão a mamãe vai ficar brava, e não vai deixar eu blincar com a minha irmãzinha alison.
leonardo: fica tranquilo, fedelho... o vovô vai avisar pro teu papai. (enquanto isso)

lari: como você pode ser tão irresponsável? — proferi indignada, ao adentrar a mansão.
joão: foi mal, ok? eu só demorei alguns minutos, além do mais... — cortou-me.
lari: além do mais o que? droga, joão!
que espécie de pai, deixa uma criança sozinha num parque? — rosnei, demonstrando toda a minha irritação. joguei minha bolsa no sofá,
e corri em direção as escadas... porém, joão me barrou. —
quer fazer o favor de sair da minha frente? — pedi impaciente.
joão: não, eu não irei sair até que você me escute. — ela bateu os pés no chão, frustrada.
lari: não há nada para me explicar. agora saia da minha frente, que eu vou tentar fazer alguma coisa para encontrar o meu flho. — tentei empurrá-lo,
mas o mesmo me segurou com força. — me solta! está me machucando.
alison: parem de brigar! senão, os dois vão ficar de castigo. — cruzei meus braços e os encarei blava. — não é assim que se resolve um problema.
tem que conversar, não brigar.
martin: tá vendo? uma criança de cinco anos, consegue ser mais madura que vocês dois. — murmurei e os dois a olharam, envergonhados.
alison: vão parar de brigar? — perguntei ajeitando a touquinha de unicórnio, que o tio martin me deu.
lari: heey. — me abaixei, ficando na altura de ali. — desculpa a mamãe e o papai... ok? nós vamos parar de brigar.
alison: prometem? — intercalei o meu olhar, entre o papai e a mamãe.
joão e lari: prometo. — alison sorriu, mostrando as covinhas.
alison: tá bem, mas vou ficar de olho. — dei um beijinho na bochecha da mamãe e outro no papai.
martin: eu acabei de ligar para o eduardo, carlos e thomaz... e ambos já estão vindo para... — minha fala fora interrompida,
quando o celular do joão começou a tocar... | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 262 star 3,106 May 2017

Criminal love - capítulo 482

joão guilherme narrando: assim que terminei de efetuar o pagamento à moça
da barraquinha de água, girei meus calacanheres e caminhei em direção até onde justin
estava... mas não o encontrei. então, instintivamente...
olhei a minha volta, transitando meus olhos sobre aquele perímetro do parque, mas... sem nenhum resultado!
justin havia desaparecido do meu campo de visão.
porra! aonde aquele pirralho foi se meter? (enquanto isso...) alison: tio martin... por que o céu é azul?
martin: hum... porque ele não verde. — respondi simples.
alison: e por que a grama é veiiide?
martin: porque não é rosa!? — disse num tom zombateiro.
alison: e por que o sol é...
joão: lari! lari! — disse ofegante, ao me aproximar.
eu havia percorrido boa parte do parque, à procura de justin.
lari: o que foi? você parece assustado. — levantei-me da toalha de piquinique e me aproximei. — aonde o nosso filho está?
joão: larissa eu... o justin... é que... — tropecei nas palavras.
como eu vou dizer para a larissa, que o nosso filho sumiu?
lari: joão, irei perguntar mais uma vez...
aonde o nosso filho está? — estreitei meus olhos em sua direção.
joão: amor, acontece que eu... — balbuciei. — depois de um bom tempo jogando bola,
eu me virei para comprar água para mim e para ele, a barraquinha ficava a menos de seis metros de distância do gramado...
então eu... — murmurei, encarando-a, enquanto sentia uma imensa vontade de me estapear. —
o deixei sozinho por alguns minutos, e pedi para que ele ficasse, quietinho enquanto eu comprava a garrafa d'água,
porém quando eu voltei... ele já não estava lá. — o rosto de minha esposa perdeu a cor.
lari: como assim "ele já não estava lá?
joão: eu dei uma checada em boa parte do parque, perguntei a várias pessoas se o viram em algum lugar...
mostrei-lhes uma foto recente que eu tenho em meu celular, para ajudar na identificação... mas... nada! — suspirei pesadamente.
lari: joão, o que você está querendo dizer? — engoli em seco, e coloquei a mão no peito,
sentindo meu coração bater descompassado.
joão: larissa, tudo indica que o
filho foi sequestrado. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 339 star 3,162 May 2017

(central park)

martin: chegueeei! — corri até a toalha xadrez, que larissa estendeu no chão para eles se sentarem...
alison: tiuu martin. — o abracei.
martin: olá, minha mini b***h favorita. — dei um beijinho em sua bochecha.
lari: já falei para você não chamar, a filha de vadia.
martin: não tenho culpa, se vocês escolheram o nome da maior b***h de pll, para a garotinha.
lari: vai se ferrar, ricca! — revirei os olhos e mudei de assunto. — ansioso para a visita da maisa, na semana que vem?
martin: muito. estou cansado desse nosso relacionamento virtual. preciso de toque, pele com pele...
gosto de con-ta-to. — sim, maisa e eu estávamos ficando.
lari: não seja dramático, vocês se viram no mês passado.
martin: eu sei... mas estou com saudades. enfim... a mharessa, o thomaz, carlos e a gih não vem?
lari: a gih e o carlos, não. afinal, faz apenas duas semanas que a giovanna deu a luz à victória.
já a mha e o thomaz, não confirmaram se vinham.
martin: hum...
justin: papai, vamos jogar bola?
joão: tem certeza? — perguntei preguiçoso.
justin: siiim! — confirmei com a cabeça. — quero muito brincar. — estendi minha mãozinha para ajudar o papai a se levantar.
joão: tudo bem, vamos lá garotão. —
quinze minutos se passaram, e eu já não aguentava acompanhar o ritmo do meu filho.

apesar de estar com meus 28 anos de idade, minha disposição é de um coroa de 80. — justin, fica quietinho aí que o papai vai comprar uma garrafa d'água.
— caminhei até a barraquinha que era logo em frente. (...) justin: aff, eu chutei muito forteee... vou ter que ir lá buscar. —
corri pelo gramado, indo em direção à minha bola de futebol... xxx: hey garoto, essa bola é sua? — estendi o brinquedo para a criança.
justin: é sim, tiuu. você pode me devolver? — ergui os meus bracinhos para ele.
xxx: haa, ela está muito velha...
e um garoto esperto como você, merece uma bola novinha, não acha? — agachei-me, ficando na altura da criança.
justin: acho sim.
xxx: então vamos ali rapidinho, que eu vou comprar outra para você.
justin: tá bem, tiu.
xxx: oh, e não me chame de tio... pode me chamar de vovô. — segurei na mãozinha do garoto e comecei o afastar dali. #criminalove_imagine

comment 1,509 star 3,516 May 2017

Dias atuais... (joão guilherme narrando:
já fazia quase uma hora, que larissa e alison estavam "trancadas" no quarto, se arrumando
para irmos ao central park.
ao longo desses cinco anos, de casados meu amor e tesão por minha esposa aumenta a cada dia mais.
ambos continuamos na gangue.
brigamos, nos provocamos, temos nossos momentos infantis,
mas nada que abale a nossa relação. experimentávamos de tudo...
joguinhos de sedução, fetishs, provocações... para que a chama do desejo, sempre se mantivesse acesa; esquivando do risco de cair na rotina de um casamento monótono.
me encontrava perdido em pensamentos, porém... uma pequena mão, ao qual eu conheço bem o dono... apertou o meu braço, despertando-me dos devaneios.) justin: papai, quando a gente vai ir no parque brincar?
joão: se depender da tua mãe e irmã, no dia do são nunca. — murmurei.
justin: quelo ir logo lá... o tio martin disse que ía com a gente também. —
joão: aquele filho da puta... — resmunguei.
justin: o que é fi-lio da puta?
joão: porra, não diga isso! — cobri sua boca com a minha mão. — sua mãe vai me matar.
justin: não diga porra? — repeti curioso.
joão: caralho! não diga porra, nem puta... senão a mamãe corta o pau do papai.
justin: pau?
joão: droga! — me compliquei ainda mais. — toma isso. — lhe entreguei o meu celular. — vai assistir os simpsons ou alguma merda qualquer.
justin: ebaaaa. — comecei a mexer no celular do meu papai e cliquei nuns vídeos que tinham lá. — papaaai, por que a mamãe tá
gritando? — virei a tela.
joão: puta que pariu. — era um vídeo íntimo, meu e da larissa. — err — peguei o celular do justin...
que me olhava com os olhinhos curiosos, esperando a resposta. — ela estava com medo do bicho papão, aí o papai estava fazendo
carinho.
— e graças a deus, escuto barulho de passos vindo em nossa direção.
lari: e aí, ansiosos para o passeio?
alison e justin: siiiim! — ambos se le
lari: e o que os dois homens da minha vida, ficaram fazendo enquanto estávamos no quarto?
joão: nada demais, eu só estava ensinando a ele, como manusear uma arma. — brinquei e ela me deu um tapa no braço. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 471 star 3,184 May 2017

(cinco anos depois...) larissa manoela narrando: se passaram cinco anos, desde a nossa festa de casamento.
um marco histórico para duas pessoas bipolares e explosivas como nós.
tivemos nossas brigas, crises de ciúmes, desentimentos e divergências; mas que casal não passa por isso?
já faz três anos que voltamos a morar em nossa mansão.
e este lugar imenso, se tornou demasiadamente pequeno perante a alegria e energia transmitada por justin e alison.
lembro-me como se fosse ontem...
a primeira palavra que alison pronunciou; com apenas um aninho de idade. (flashback on;

lari: owwn, a coisinha mais linda da mamãe, quer assistir desenho, é? — indaguei e ali ergueu os bracinhos,
pedindo colo. tirei minha filha do berço e coloquei-a sentada na cadeirinha de balanço, em frente a televisão.
estava passando ursinho pooh.
joão: bom dia família... lari: olha quem chegou, meu amor.
papai e o irmãozi...
alison: papa.. papa... — a criança disse eufórica.
joão: que foda, larissa... ela falou! — abri um sorriso largo, ao ver que minha pequena, disse "papa" antes de mamãe. — chupaaaa, ela falou papa...
ela falou papa. — impliquei com a minha esposa.
lari: vai se achando, vai... — revirei os olhos na brincadeira e joão se aconchegou com justin, até onde ali e eu estávamos.
flashback off.) outro momento marcante que vivemos, foi quando justin ficou de pé pela primeira vez.
ele tinha 1 ano e dois meses de idade. (flashback on;

lari: jojo, você está aí?
joão: estou no banheiro terminando de dar banho na alison. — gritei.
lari: hun... mas espera... cadê o jus... — minha pergunta foi prontamente respondida, ao
vê empezinho, tentando se equilibrar. — amor, vem aqui ver uma coisa. mas é rápido. urgeeente!
joão: que foi? — enrolei ali na toalha e corri até onde larissa estava.
haaa, ele está andando? — lari segurou justin pelas mãos, e o guiou... em seguida, ela soltou seus bracinhos, um de cada vez...
lari: justin, justin... — e assim, o nosso baby deu os primeiros passinhos sozinho.
alegres e extasiado, pela emoção... comemoramos o grande momento... com uma sessão de cócegas, beijos e abraços, em nossos filhos. | continuo com 150 cmts #criminalove_imagine

comment 341 star 3,162 May 2017