Loading...
Instagram Public Photos with #criminalove_imagine

Já estou até vendo o lacre que você vai fazer nesse imagine ! parabéns bruna pelo talento! te admiro muito porque apesar das dificuldades que você passa você ainda está firme e forte com seu fc e dedica várias horas do seu dia para escrever os imagines ! amooo! ❤❤❤👏👏👏 @imaginejoaoelarii @webfanficsjolari #criminalove_imagine 💕

comment 1 star 163 January 2017

Lari: oh... — comecei a sentir meus lábios ressecados por conta de minha respiração acelerada e abri a boca para falar várias vezes, mas simplesmente nada saía. não conseguia reunir todos os meus sentimentos confusos daquele momento em uma frase coerente. — meus parabéns! deveria fazer aula de teatro... tenho certeza que se daria muito bem como ator. — sorri cínica. joão: o que? — indaguei confuso. lari: me poupe vai... acha mesmo que vou cair nesse seu joguinho estúpido outra vez? — neguei com a cabeça. — sei muito bem o que pretende... quer me seduzir, me levar pra cama, e depois me humilhar e se esnobar para o zé. joão: não porra, não é nada disso. eu sei que f*di com tudo na primeira vez, e vai por mim... eu admito eu só queria tran*** contigo para alimentar o meu ego, mas... — suspirei — eu acabei me apaixonando por você. lari: fodidamente... — repeti seu argumento anterior. joão: sim, fodidamente. acha que está sendo fácil para mim vir aqui e admitir isso? nunca fui de declarar meus sentimentos... então sinta-se privilegiada. lari: hã? mas é inacreditável. — girei os calcanheres e segui em direção ao carro, mas ele me parou. joão: desculpa, ok? eu sei que é difícil de acreditar em mim, ainda mais depois de tudo que já fiz... eu não tinha idéia do que estava acontecendo comigo... eu brigava contigo sem razão, já fiz coisas fodidas para te ferir... mas é justamente por não saber lidar com o que estou sentindo que eu fazia isto. lari: meu deus... — deixei escapar... de certa forma, sei que ele estava sendo sincero, mas tinha medo de assumir meus sentimento e me magoar outra vez. afinal, o que aconteceria depois? minha vida sempre esteve cercada de convicções, e joão guilherme era, basicamente o cúmulo da incerteza. — desculpa, mas não estou disposta a ser mais uma de "suas" vadias. joão: não mano, eu não quero apenas sexo contigo... e olha, para te provar minhas reais intenções te concederei um privilégio que foi dado apenas à minha mãe. lari: e o que seria? — arqueei uma sobrancelha. joão: se me der uma chance eu... eu te deixo me chamar de jojo. #criminalove_imagine #jolari

comment 2,198 star 4,716 March 2017

Criminal love - capítulo 360 (contém hot) joão guilherme narrando: tudo aconteceu muito rápido. em questão de segundos, a puxei de uma vez e a joguei contra a parede. desci minha calça, peguei um preservativo e sem questionar a penetrei. jade: v-vai... me bate. — pedi manhosa e ele acertou um tapa estalado em minha bunda; enquanto me preenchia. joão: você é uma vadia mesmo. — a puxei pelos cabelos e me deitei no sofá. então sem delongas, a piranha sentou em cima de mim e continuou o serviço. ela fo*** bem. bem até demais. mas eu não sentia o que apenas a larissa conseguia me proporcionar... troquei de posição com ela, abrindo bem as suas pernas e a penetrei fundo, ela gemia "eu te amo", "senti sua falta", e eu queria sair de dentro dela e ir embora, mas já estava quase chegando a meu ápice e eu precisava daquilo, pelo menos por agora. minutos se passaram, e após mais algumas investidas, cheguei ao clímax. minha cabeça estava rodeada por culpa, mas agora já estava feito. (...) larissa manoela on: assim que cheguei ao galpão, peguei gulhermina e larildo... e descemos do carro. cumprimentei o vigia que fazia a ronda, e ele tentou me impedir de entrar. eu simplesmente dei de ombros e segui em direção ao escritório, mas ao abrir a porta do mesmo... minha respiração falhou. joão estava deitado no sofá, fumando, apenas de cueca, enquanto jade se encontrava de lingerie em cima de suas pernas. pisquei meus olhos algumas vezes, na tentativa de reprimir as lágrimas, e comecei a fazer o caminho de volta, sem fazer barulho. mas quando larildo avistou joão, o cachorrinho começou a latir, chamando a atenção de seu ex dono. jade se assustou com o barulho, e se levantou. percebendo o movimento, joão inclinou a cabeça, para me olhar. seus olhos estavam arregalados e seu rosto novamente havia "perdido a cor". jade: lamento informar... mas a festinha já terminou, queridinha... a menos que o joão queira um segundo round. lari: cala a boca, cachorra! — ela continou com aquela risada debochada... então, sem pensar duas vezes... peguei minha arma da cintura e disparei. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 416 star 3,166 April 2017

Criminal love - capítulo 57 (larissa narrando: as demais aulas passaram e thomaz me convidou para almoçar e em seguida me levou para "casa". conversamos durante o percurso. ele me contou que mora sozinho num apartamento próximo ao campus e que saiu de chicago para estudar na nyu. ao chegarmos, nos despedimos com com um beijo no rosto e o agradeço imensamente pelo almoço e carona. subo para meu quarto e tomo um banho quente para relaxar e ao terminar desço as escadas encontrando zé concentrado mexendo num computador e o carlos xingando palavrões aleatórios na sala) lari: ei, o que estão fazendo? carlos: verificando uns arquivos, mas essa merda resolveu travar bem na hora que estávamos copiando os dados. lari: o que exatamente aconteceu? zé felipe: não sei ao certo, mas o programa simplesmete fechou e o conteúdo do cd "desapareceu". — bufei em frustração. lari: olha, eu entendo um pouquinho de manutenção e sistemas, se quiserem posso dar uma olhada para vocês. — eles se entreolharam e o zé concordou com a cabeça. zé felipe: o f*da é que nosso hacker não está mais aqui e precisamos urgentemente de outro. — cerca de 30 minutos depois... lari: zé, eram estes os arquivos que estavão procurando? — os garotos se aproximaram e notei uma expressão espantada nos mesmos. e em seguida o carlos começou a "vibrar". carlos: como você conseguiu? lari: tinha um vírus oculto no cd, então o tirei e restaurei os arquivos. zé felipe: você é incrível! — disse entusiasmado e tornei a mexer no computador. lari: eu sei disso. — sorri brincando com eles. — mas carlos, o que aconteceu com o hacker de vocês? — indaguei curiosa. carlos: deve estar queimando no inferno, esqueceu que o joão o matou por ter tentado te estuprar? — ops. lari: espera... o joão matou o matheus? — senti meu estômago revirar. zé felipe: não consegue dar uma dentro em mano. — o repreendi. carlos: mas é a verdade, e uma hora ou outra ela ficaria sabendo. — dei de ombros. lari: com licença, preciso de um copo de água. — caminhei em direção a cozinha enquanto digeria a informação... porque o joão mataria um dos seus melhores amigos e parceiro do crime por minha causa? #criminalove_imagine

comment 1,069 star 4,256 January 2017

Jade: qual é carlos, acha mesmo que a princesinha vai jogar? lari: eu jogo! — disse firme e eles me olharam surpresos. carlos: vamos tomar um shot de tequila para todos relaxarem e o jogo ficar mais interessante. — distribuí os copos e tomamos juntos a bebida. — bem... vou explicar as regras. só tira alguma peça de roupa, o que ficar por último em cada rodada... e os que negarem a se despir, terão que cumprir uma punição, que será estabelecida pelo ganhador da mesma... fui claro? — todos concordaram e o zé embaralhou e distribuiu as cartas. (narradora on: as cartas foram soltas sobre a pequena mesa, enquanto os participantes se entreolhavam. joão parecia calmo, com o jogo quase ganho... ele sempre foi o melhor e demonstrava firmeza no olhar. lari e gih tinham o semblante confuso, como se não pudessem formar nenhuma das combinações mais complicadas. carlos fitava o baralho fixamente, enquanto tentava organizar seus naipes. jade formou sua almejada trinca de valentes, mas...) zé felipe: full house. — bati as cartas na mesa, formando uma trinca e um par. — vamos lá gih, você perdeu essa rodada. — ela bufou e retirou sua blusa. (narradora on: o jogo continou rolando e a essa altura, lari e gih só tinham as peças íntimas no corpo... enquanto jade já estava sem o sutiã... carlos e zé, trajavam apenas a cueca e joão havia tirado suas meias e camisa. as cartas foram distribuidas e lari estava com a menor pontuação da rodada... a única esperança, era que jade não conseguisse um número de naipes maior. mass...) jade: straight! — acho que a bonequinha vai ter que tirar o sutiã. lari: não, isso não! prefiro pagar uma punição... pelo menos desta vez. — implorei e joão começou a gargalhar alto, devido a meu semblante frustado e envergonhado. carlos: ook! — concordei com a cabeça. — ta passando mal de tanto rir não é mesmo mano? — ele deu de ombros, me ignorando. — vamos vê se vai achar graça agora. — me virei para a larissa. — como eu ganhei a rodada e você se nega a tirar o sutiã, a punição será... dar vários beijos no pescoço do joão. — sorri malicioso e joão parou de rir na hora, enquanto lari me olhava sem expressão. #criminalove_imagine #jolari

comment 1,025 star 4,173 February 2017

Criminal love - capítulo 95 joão: do que me chamou? — cerrei os punhos mas ela ignorou minha pergunta. lari: por que ninguém pode saber sobre esta sala? — indaguei curiosa. joão: porque é uma coisa minha, algo particular... e ninguém tem nada a ver com isso. lari: tem certeza que foi você mesmo que pintou esses quadros? — disse enquanto fitava o local. joão: o que acha? — proferi com desdém. lari: tens muito talento, é praticamente um artista! — estava fascinada joão: quando eu era pequeno, costumava a grafitar com o meu pai... por ser filho de quem sou, não tinha muitos amigos e nem podia sair de casa, só na presença dele ou da minha mãe... aí me interessei por aerografia. passava horas e horas grafitando em telas brancas, paredes da antiga casa e afins... é uma forma de expressar a forma que eu vejo essa p*rra de mundo. lari: não deveria esconder esse seu dom, é maravilhoso no que faz. — afirmei. — mais alguém além dos seus pais sabe? joão: não! já disse que não interessa o que eu faço ou deixo de fazer... — dei de ombros. lari: pode contar com a minha discrição. — sorri. joão: como se tivesse escolha. — ri sem humor. lari: esse homem é o teu pai? — me aproximei de uma enorme pintura na parede. joão: sim. leonardo costa, o maior chefe da máfia americana. lari: e onde ele está? ele não vive com vocês? — joão revirou os olhos. joão: você faz muitas perguntas, larissa. — bufei lari: eu pergunto porque me importo. — ele franziu o cenho, confuso — quer dizer... só fiquei curiosa... mas enfim... acho melhor eu voltar para o meu... — me virei de costas indo em direção ao corredor, mas joão entrou em na minha frente me colocando contra a parede. ele ajeitou a touca em sua cabeça e levou a mão até meu rosto apertando de leve minhas bochechas, fazendo com que meus lábios entreabrissem. joão: feliz aniversário, boneca. — sorri e voltei para o meu quarto. #criminalove_imagine #jolari

comment 1,112 star 4,644 February 2017

Vou sentir falta, muita falta😭😭😭 #criminalove_imagine #jolari @imaginejoaoelarii

comment 4 star 22 May 2017

Martin: e quem te viu, se visse hoje não acreditaria... que o maconheiro virou homem de família... ♪ — cantorolei, e todos me encararam. — mals ae galera, acho que me empolguei. eduardo: no fundo, eu já sabia que não iria aceitar a proposta... mas não me custava nada, tentar. — abracei o meu afilhado de lado e lhe dei um aperto de mão. — foi a melhor escolha que você poderia ter feito. — bem pessoal, estão liberados para curtirem a festa. e carlos, me acompanhe até o meu escritório. (narradora on: as luzes coloridas, preenchiam o local, deixando ambiente agradável e aconchegante para os convidados... pessoas de diferentes tipos, estilos e idades... dançavam ao som da batida que dj remixava. mharessa e thomaz estavam envolvidos em um jogo de beer pong; enquanto alison e justin "requebravam" desengonçadamente, tentando imitar os passos de dança, de seus pais. carlos estava numa conversa séria com o eduardo, e martin, gargalhava histericamente no meio da varanda, a bebida já surtia efeito em seu organismo.) thomaz: e aí, ficaram sabendo do racha que vai rolar na casa do mayke? geral está indo pra lá. joão: tá afim de um pouco de adrenalina, boneca? — a olhei sugestivo. justin: tio thomaz, eu posso ir também? diz que sim, por favor... diz que sim. — uni minhas mãozinha implorando. thomaz: não vai rolar, garotão... é perigoso, e você não quer correr o risco de ir para o céu agora, não é mesmo? justin: é lá no céu que o vovô está? joão: na verdade, ela está no inferno mas... lari: joão. — o repreendi. — olha meus amores, mamãe e o papai vai sair um pouco, então trate de obedecer a tia matilde ok? alison: só se vucês comprarem um unicórnio de verdade pra mim. justin: e um ursinho panda de verdade pra eu. — negociei. joão: tudo bem, amanhã o papai compra... — pestinhas chantagistas alison e justin: ebaaa. — concordamos com o papai, e fomos até a tia matilde. (...) joão: e aí boneca, vai topar ou arregar? — deslizei minhas mãos até a sua cintura. lari: estou dentro, mas o que acha de tornarmos as coisas mais interessantes? joão: o que está me sugerindo, larissa manoela de ávila? lari: iremos fazer uma aposta! #criminalove_imagine

comment 708 star 3,306 May 2017

Melhor imagine.❤ melhor escritora 💙@imaginejoaoelarii a melhor fic de todas. pena que amanhã acaba.😢❤ #criminalove_imagine #isaah

comment 0 star 38 May 2017

Vcs tem que ler esse imagine muito foda #criminalove_imagine @imaginejoaoelarii

comment 0 star 4 May 2017

Carlos: o eduardo já está a par do que aconteceu, e vai contratar o melhor advogado do país, para te ajudar. joão: como se ele se importasse. — resmunguei. — escuta carlos, eu preciso que vá atrás da larissa e a traga aqui o quanto antes. carlos: vou ver se consigo permissão para ela entrar, porque foi foda para... — um dos policiais me interrompeu. policial: acabou a visita. — cruzei os braços e o encarei. — não me ouviu? — disse impaciente, e carlos bufou. carlos: sim, eu não sou surdo. — murmurei e me virei em direção a saída. joão: não esquece do que eu falei, mano. preciso falar com a larissa o mais rápido possível! — gritei entre as grades da cela e carlos assentiu. — "eu estou literalmente fodido, e espero do fundo do coração que a minha boneca não esteja envolvida nisso" (larissa manoela narrando: assim que o cafajeste, vulgo josé pires, saiu do meu apartamento... abri minha boca e comecei a gritar, pedindo por socorro. (...) após certo tempo, percebi que meus gritos eram inúteis. ninguém pareceu ouvir e, mesmo que tivesse o feito, fingiu que não. eu não poderia deixar o pires escapar ileso dessa, seria mais um para enfernizar e me ameaçar. eu estava algemada sobre a cabeceira da cama, e por esta ser de madeira pinus e estar apenas encostada na parede, firmando o colchão... respirei fundo e comecei a forçar meus braços, puxando-os para frente, tentando romper a ligação entre a cama e a cabeceira. continuei puxando e forçando, sentindo meus pulsos arderem e começarem a sangrar. ignorei a dor que se apoderava dos meus ossos e pele, e persisti na idéia. após mais algumas investidas, caí no chão, trazendo a cabeceira junto comigo. rastejando sobre o piso frio, ergui um pouco o corpo e consegui alcançar minha bolsa que estava em cima do criado mudo. então, peguei meu celular e disquei para carlos, que no segundo toque atendeu.) ligação on; lari: carlos, me escuta! o josé entregou alguns arquivos para a polícia, incriminando o joão; e está fugindo do país. então vá até ao aeroporto e o impeça de embarcar. carlos: ok — mudei minha direção. — estou indo agora mesmo pra lá. dessa vez o desgraçado não escapa. #criminalove_imagine

comment 324 star 3,384 April 2017

Criminal love - capítulo 389 (dia seguinte troquei de posição na cama e me espreguicei sob os lençóis. quando minha visão se ajustou, pude encarar ao meu lado a escrivaninha do quarto de joão. com isso, então, um pensamento me ocorreu. hesitantemente, virei para o lado oposto me perguntando se o encontraria ali. e relaxei os ombros quando o vi deitado de bruços completamente apagado. ele ficava bonito dormindo. talvez seu rosto estivesse um pouco amassado pelo travesseiro que ele abraçava sobre a cabeça, mas ainda sim bonito. aparentemente, ele não acordaria tão cedo. decidi então me levantar e seguir para o banheiro. como eu trajava apenas minha lingerie, peguei a primeira blusa de joão que vi pela frente e a vesti. o aquecedor da mansão estava ligado, então não precisava de casacos no momento. passei os dedos pelos meus cabelos apenas para desfazer os nós que haviam se formado durante a noite e joguei as madeixas para trás. minutos depois, senti meu estômago roncar, e quando fui abrir a porta para sair do quarto... ouço uma voz rouca me chamar.) joão: larissa... — murmurei em tom quase inaudível, com meus olhos fechados. lari: você esta sonhando comigo? — indaguei em sussurros e me aproximei, sentando na beirada da cama. — vou acabar ficando convencida desse jeito. — soltei um leve riso. — apenas espero que sejam coisas boas — proferi elevando minha mão ate seus loiros fios de cabelo. — joão, eu estou feliz pela nossa reaproximação e tudo mais... só que... joão: que? — soltei um longo bocejo, e semicerrei meus olhos em sua direção. lari: eu preciso te contar uma coisa... — apertei os lábios por entre os dentes, antes de continuar. — olha...eu quero que saiba, que isso aconteceu um dia após eu te encontrar com a jade no galpão... eu estava magoada, e movida pela sede de vingança... então, acabei por aceitar. — suspirei fundo e ele me encarou desconfiado — acontece que o eduardo me contratou para descobrir informações comprometedoras sobre você então invadi o seu computador e as salvei dentro de um pen drive. — disse de uma vez e ele levantou sobressaltado. joão: o que foi que você fez? | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 320 star 3,289 April 2017

Criminal love - capítulo 383 josé pires: por que estão me olhando com essas caras? carlos: porque são as únicas que temos? — dei um sorriso zombateiro. — bom, já cumpri a minha missão aqui.. e lari, eu sei que o joão é um filho da puta, rodado, vadio, grosso, estúpido, mas no fundo é uma boa pessoa. e está se esforçando muito para te reconquistar. — proferi as palavras, e me retirei do ap. (...) josé pires: está pronta para irmos ao tea... lari: por que você fez isso? josé pires: fiz o que? lari: não se finja de desentendido, josé... já sei que você pegou meu celular e enviou uma mensagem se passando por mim e cancelando meu encontro com o joão. josé pires: larissa, eu não fiz na... — cortou-me. lari: não venha dar uma de vítima para cima de mim. eu vi pelas fitas do sistema de segurança. — menti, aqui nem tem câmeras... josé pires: lari, por favor... eu posso explicar! — merda. lari: não josé, você não pode. — neguei decepcionada. — por que? pensei que fossemos amigos... eu confiava tanto em você. josé pires: porque eu sabia que se você fosse à este maldito jantar, seria questão de dias para voltar com ele. — falei e ela olhou para longe. — o joão não te merece, lari... ele vai te magoar de novo e não posso suportar. eu estive aqui com e para você, a espera de uma oportunidade... e quando achei que estava perto, ele volta com falsas promessas, e você simples mente cai em sua lábia. lari: em primeiro lugar... você só esteve aqui comigo, porque eu permiti. e em segundo, seus argumentos não justificam o ato. — ele passou as mãos pelo rosto, esmorecido. josé pires: você tem razão. — suspirei — e sinto muito por isso. eu agi de forma precipitada, e infantil. e estou muito arrependido por isso. por favor me perdoe, eu juro que isso não irá se repetir. lari: tudo bem... mas eu ainda estou chateada. josé pires: eu... eu prometo compensar... assim que sairmos do teatro, vamos a um resutante e... — ela me interrompeu. lari: desculpa, mas não vou sair com você. josé pires: por que? — a olhei de soslaio — lari: por que eu vou procurar o joão. ps: vai rolar muitas coisas nos próximos capítulos ❤️ #criminalove_imagine

comment 1,555 star 4,191 April 2017

Criminal love - capítulo 381 (dia seguinte) joão guilherme on: passei o resto da noite trancado, como o previsto. eu sei que devia ter ido a uma boate, fo**do com as algumas vadias, e tentar esquecer essa merda toda. mas não tinha ânimo algum. fitei meu celular dezenas de vezes, na esperança dela me enviar uma maldita mensagem... mas isto só contribuiu para minha frustração. o: "joão, eu sinto muito... mas houve um imprevisto e não poderei ir ao jantar. sorry" que ela me mandou, foi a última mensagem recebida. não adianta tentar... toda aquela merda de encontro, de roupa e não sei mais o que... foi em vão. preciso aceitar de uma vez por todas, que a larissa não vai me perdoar e muito menos voltar para mim. (enquanto isso...) larissa manoela narrando: meu dia foi baseado em cama, chocolate quente e maratona de séries. procurei não me martirizar com o "bolo" que o joão me deu, e me afundei nos conflitos que meus personagens favoritos estavam vivenciando nos espisódios... me esquivando por alguns minutos, da realidade triste e hedionda que me abrangia. (...) fitei o relógio digital que se encontrava na cômoda. aproximavam-se das seis da tarde, e eu precisava me arrumar para ir ao teatro com o josé... espreguicei-me e após um longo bocejo, criei coragem e me levantei. desprovida de ânimo, entrei no banheiro do quarto, tomei um banho rápido, me sequei e peguei uma lingerie aleatória na gaveta. sorri para mim mesma, ao encarar a peça. era nada menos que o conjuntinho vermelho e rendado, que o joão me fez comprar em nossa viagem ao brasil. em pensar que nem tive tempo de usá-lo para ele... chacoalhei minha cabeça espantando os devaneios e por fim me vesti. como estava sem entusiasmo, fiz uma maquiagem simples. passando primer, base e um pouco de pó. em seguida, apliquei gloss nos meus lábios e calcei meu par de tênis... penteei meus cabelos, deixando-os em seu estado liso natural, até que ouvi o som de três batidas na porta. "já vou.." — gritei mas a pessoa bateu ainda mais forte. — meu deus, desse jeito vão quebrar a por... — abri a mesma. — você? xxx: precisamos conversar. continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 327 star 3,015 April 2017

Criminal love - capítulo 380 thomaz: o que aconteceu? joão: ela cancelou o jantar. — dei um sorriso irônico e ele se abaixou, e pegou o meu celular. thomaz: ué, como diz o carlos... "algo de errado não está certo" — sibilei ao ler a mensagem. joão: realmente não está... eu estou aqui pagando papel de otário, vestido com essa roupa de merda, com reservas no restaurante mais fino da cidade, para a porra de um jantaar! — passei as mãos pelos cabelos e respirei fundo. — mas que se foda! carlos: apesar de achar que foi pouco o toco que a larissinha te deu... — peguei o celular do thomaz. — concordo com o tho, tem algo muito estranho nisso tudo. — deslizei meu dedo sobre o ecrã, pressionando-o no ícone de contatos. — mas o que? — fiquei boquiaberto ao fitá-lo. — você apagou os números das suas putas? joão: sim. — afirmei. — mas isso não é da tua conta. carlos: nossa, está mesmo dando tudo de si... eu vou ligar para a lari, e perguntar o que aconte... joão: nem se atreva. — arranquei meu o celular de sua mão. — não quero parecer a porra de um desesperado. — guardei meu dispositivo no bolso. thomaz: e o que vai fazer então? joão: o que sei de melhor... me trancar no escritório, e virar a noite bebendo e fumando maconha. (uma hora e meia depois... | apartamento da lari) josé pires: a que horas mesmo, o ávila vem te buscar? — lari sentou-se ao meu lado, no sofá. lari: era para ele estar aqui há trinta minutos atrás... — apoiei meus cotovelos nos joelhos, e afundei minha cabeça nas mãos. — o pior é que ele não ligou desmarcando e nem enviou mensagem. — chequei meu celular umas trinta vezes, e a última msg registrada, era: "ook. nos vemos mais tarde então." — será que eu deveria ligar para ele? josé pires: nãooo. quer dizer... seria muito humilhante da sua parte fazer isso. ele é o errado da história, e é ele quem tem que correr atrás. lari: tem razão, ele deve ter feito de propósito. josé pires: me desculpe dizer, mas... eu te avisei. lari: pois é... — e mais uma vez fui feita de trouxa, por joão guilherme de ávila. continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 395 star 3,297 April 2017

Lari: o que faz aqui? — encarei-o e franzi o cenho. josé pires: eu... eu vim visitar o larildo e a guilhermina... você já está de saída? lari: haaan. — fitei o relógio na parede, que marcava: 8:15 p.m — ainda não. — sorri fraco e ele divergiu o olhar entre o meu corpo e meus olhos. josé pires: tudo isso é para ele? — indaguei com desdém, e ela abriu passagem para eu entrar. e nos acomodamos em um dos sofás da sala. lari: josé, por favor não... — cortou-me. josé pires: tudo bem, me desculpe. não vou forçar a barra. mas eu só peço que seja inteligente e que não se deixe levar pelo papo furado dele. o joão é pretencioso, ardiloso e tem lábia. então valorize-se em primeiro lugar, e não se deixe manipular. ele pode fazer mil promessas larissa, mas não se iluda... o ávila nunca irá mudar. — cuspi as palavras e ela murmurou. lari: certo — revirei os olhos — eu vou ao banheiro rapidinho e já volto. josé pires: ok — assenti e ela saiu pelo corredor. (...) ao me levantar do sofá, soltei um suspiro exasperado, e segui em direção a área de serviço do ap, onde os poodles ficavam... mas ao passar pela cozinha; um barulho chama minha atenção... o celular da larissa começou a vibrar, relevando o nome "jojo" na tela. (enquanto isso na mansão...) carlos: não adianta teles, não podemos passar a mão na cabeça do jo... — interrompi a mim mesmo ao ver o joão com uma roupa que... — puta que pariu ksksksksks. — comecei a gargalhar. — mas que porra é essa? — peguei meu celular e tirei uma foto. joão: não começa, mano... — rosnei. carlos: te acalma dogzão... resolveu virar um rapaz normal de vinte e dois anos, foi? — continuei zoando, até que o thomaz apareceu em meu campo de visão. thomaz: exatamente, ele vai a um encontro com a lari. carlos: belo look, achei tendência e vou aderir. — joão me fuzilou com o olhar. joão: eu só não calo a tua boca agora, porque eu não tenho tempo e... — sinto o meu celular vibrar. retiro-o do bolso, com um sorriso idiota no rosto, e desbloqueio a tela, avistando uma mensagem: "joão, eu sinto muito... mas houve um imprevisto e não poderei ir ao jantar. sorry." - lari. joão: porra! — esbravejei e atirei o meu telefone no chão. #criminalove_imagine

comment 2,180 star 3,733 April 2017

Criminal love - capítulo 360 (contém hot) joão guilherme narrando: tudo aconteceu muito rápido. em questão de segundos, a puxei de uma vez e a joguei contra a parede. desci minha calça, peguei um preservativo e sem questionar a penetrei. jade: v-vai... me bate. — pedi manhosa e ele acertou um tapa estalado em minha bunda; enquanto me preenchia. joão: você é uma vadia mesmo. — a puxei pelos cabelos e me deitei no sofá. então sem delongas, a piranha sentou em cima de mim e continuou o serviço. ela fo*** bem. bem até demais. mas eu não sentia o que apenas a larissa conseguia me proporcionar... troquei de posição com ela, abrindo bem as suas pernas e a penetrei fundo, ela gemia "eu te amo", "senti sua falta", e eu queria sair de dentro dela e ir embora, mas já estava quase chegando a meu ápice e eu precisava daquilo, pelo menos por agora. minutos se passaram, e após mais algumas investidas, cheguei ao clímax. minha cabeça estava rodeada por culpa, mas agora já estava feito. (...) larissa manoela on: assim que cheguei ao galpão, peguei gulhermina e larildo... e descemos do carro. cumprimentei o vigia que fazia a ronda, e ele tentou me impedir de entrar. eu simplesmente dei de ombros e segui em direção ao escritório, mas ao abrir a porta do mesmo... minha respiração falhou. joão estava deitado no sofá, fumando, apenas de cueca, enquanto jade se encontrava de lingerie em cima de suas pernas. pisquei meus olhos algumas vezes, na tentativa de reprimir as lágrimas, e comecei a fazer o caminho de volta, sem fazer barulho. mas quando larildo avistou joão, o cachorrinho começou a latir, chamando a atenção de seu ex dono. jade se assustou com o barulho, e se levantou. percebendo o movimento, joão inclinou a cabeça, para me olhar. seus olhos estavam arregalados e seu rosto novamente havia "perdido a cor". jade: lamento informar... mas a festinha já terminou, queridinha... a menos que o joão queira um segundo round. lari: cala a boca, cachorra! — ela continou com aquela risada debochada... então, sem pensar duas vezes... peguei minha arma da cintura e disparei. | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 416 star 3,166 April 2017

Criminal love - capítulo 301 lari: olha aonde você foi nos meter. — resmunguei. joão: eu queria meter em outro lugar, mas ok. — bufei. lari: e agora, o que vamos fazer? eu estou morrendo de dor de cabeça e vontade de ir ao banheiro. joão: vê se segura um pouco... o lugar é abafado e não quero correr o risco de me intoxicar. lari: haha. não me irrita mais do que já estou... — murmurei. — nunca me imaginei numa situação dessas... algemada e presa numa cela por roubar salgadinhos e preservativos... — suspirei. — onde eu estava com a cabeça na hora que me submeti a isso? joão: relaxa boneca... o máximo que pode acontecer, é aparecemos no programa do marcelo rezende pela record internacional. — dei de ombros lari: não estou achando graça joão... se eles descobrirem quem você é na realidade, estaremos encrencados. joão: ninguém vai descobrir nada. aqui é br, não se preocupa. — a consolei. lari: você é completamente louco... fez esse alvoroço todo, por causa de um preservativo. — neguei com a cabeça e me encostei na parede da cela. joão: eu? desculpa larissa, mas não fui eu quem queria perguntar o bruno se ele tinha um para emprestar. se não estivesse tão desesperada, não estariamos aqui... além do mais, já liguei para o carlos... logo menos ele nos tira daqui. lari: não posso acreditar... de todas as pessoas você ligou justo para o carlos? — o olhei incrédula. — ele vai me zoar pelo resto da vida. — lamentei e joão começou a rir. (narradora on: duas horas se passaram e carlos já havia entrado em contato com bruno. o mesmo sacou uma boa quantia de sua conta e seguiu com melissa até a delegacia. chegando lá, o garoto pagou a fiança e a mesma foi acolhida, concedendo-lhes o alvará de soltura imediato.) bruno: mas que porra vocês tem na cabeça? joão: testosterona. — respondi simples. lari: joão... — ele desceu uma das mãos até a minha bunda, apertando-a avidamente. bruno: acho melhor voltarmos para o hotel, antes que vocês resolvam se comer aqui na rua, e sejam presos poutra vez. — argumentei com um sorriso sacana no rosto e melissa bufou irritada. #criminalove_imagine #jolari

comment 672 star 3,591 March 2017

Gente quem ai ama esse #criminalove_imagine 😍é muito bom ❤

comment 0 star 19 March 2017

Criminal love - capítulo 269 (meia hora depois...) carlos: porra, até que enfim te encontrei. está o maior temporal lá fora. joão: o que faz aqui? — indaguei com descaso. carlos: sua mãe me ligou pedindo que eu procurasse você e a laris... — cortou-me. joão: nunca mais diga que aquela va... que aquela vadia é minha mãe, entendeu? carlos: iii, tá nervosinha... cuidado que o monstro quer sair da jaula, hahaha. — impliquei e ele semicerrou os olhos minha direção. joão: vai se foder, carlos! vai tomar no centro do teu c* arrombado, e me deixa em paz! carlos: nossa, foi mal ae. mas olha... — me agachei, ficando na mesma altura em que ele se encontrava. — não sei que merda está acontecendo, mas eu estou aqui para o que der e vier, meu chapa. pode contar com o seu parceiro aqui, pra tudo! e se precisar desabafar, "tamo junto" irmaão. — ele assentiu e mandou-me um dedo do meio, e continou a se drogar. (joão guilherme on: eu tentava manter meus olhos abertos enquanto dirigia de volta para o inferno, vulgo "minha" casa. de fato, eu estava bem mais relaxado do que a horas atrás. continuei percorrendo as ruas, quando algo ou melhor, alguém me chamou a atenção. tive o vislumbre de uma pessoa sentada no meio fio, com as roupas encharcadas de água. saí do carro sem me preocupar com a chuva forte que caía e comecei a me aproximar. — lari? o que você está fazendo na chuva?) lari: jo-joão, eu... — me levantei abruptamente e suas mãos repousaram em minha cintura, segurando-a com firmeza. ele me fitou com aqueles olhos brilhantes e vermelhos, sinalizando que o mesmo havia chorado. mas devido a tamanha intensidade, eu desviei. joão: lari, olha para mim — coloquei meus dedos debaixo do seu queixo, levantando-o lentamente para seus olhos me encarassem. — vai ficar tudo bem, eu prometo. lari: eu sinto muito... — inalei seu perfume enquanto ele me envolvia em um abraço forte; capaz de aniquilar todas as tristezas que nos atormentavam. entregando-me a segurança e ao consolo, que só ele podia me oferecer. #criminalove_imagine #jolari

comment 2,508 star 4,376 March 2017

(larissa manoela narrando: assim que chegarmos na mansão; adentrei a mesma com certo receio. a verdade, era que me sentia envergonhada por continuar aqui. naira se mostrou descontente com minha presença, e apesar do joão ser o "dono" da casa, eu não quero incomodar. enquanto carlos, joão e outros capangas se trancaram no escritório, sentei-me no jardim e avistei nina se aproximar. a simpática cozinheira, por quem peguei afeição, se juntou a mim e começamos a conversar.) nina: então, menina larissa... já se acertou com os seus pais? lari: ainda não... — suspirei. — vou esperar a "poeira" abaixar, joão disse que mandou trocar suas passagens para o fim de semana; então teremos tempo para dialogar. — ela assentiu em concordância. — nina... eu posso te fazer uma pergunta? nina: claro... lari: sabe me dizer qual a ligação entre naira e minha mãe? — observei sua expressão calma, se transformar bruscamente para aflita. nina: acho que esqueci o arroz no fogo... preciso verificar, antes que queime. — desconversei e me levantei rapidamente, ajeitando meu avental. lari: nina, espera... arg! — ela acelerou seus passos, e quando estava a mais ou menos dois mêtros de mim; se virou e disse. nina: tudo isto é uma bomba relógio menina, e temo que após todos esses anos à beira do limite... a mesma esteja a ponto de explodir. (joão guilherme on: já faziam horas que estava "preso" no escritório, com os garotos. as contadoras de cédulas, trabalhavam a todo vapor. e por mais que meu corpo estivesse aqui presente, minha mente se encontrava em outro lugar. resolvi o problema com os pais da larissa, e apesar da justificava de ambos ser: "quero afastar minha filha de um bandidinho como você." sinto que estou perdendo algo bem "óbvio" aqui... outra coisa que me irritou profundamente, foi minha mãe, a pessoa que mais confio ou confiava nesse mundo, agir pelas minhas costas e ficar contra mim. sempre tive tanto respeito por aquela mulher, sempre a amei incondicionalmente, da maneira mais primordial que um filho possa amar a sua mãe; e ela me faz isto... só espero que tudo se acerte e que isso não venha atrapalhar nossa relação.) | continuo com 150 comentários #criminalove_imagine

comment 328 star 3,560 March 2017

(joão guilherme narrando: sem pensar duas vezes, fechamos as mochilas e saímos correndo para fora do cofre. ao chegarmos à janela, me faço de escada para o zé e o carlos passarem... tento pensar em alguma maneira de passar, mas não tem nada para eu subir, isso até que vejo uma corda sendo lançada. agarro-me na mesma e começo a escalar até conseguir chegar na janela e me segurar na beirada. tomei impulso por cima, e joguei meu corpo para fora, caindo com tudo no chão.) joão: carlos, precisamos de outra saída. até passarmos pelo portão eles vão nos pegar. — digo com a respiração entrecortada. zé felipe: tentem usar a bomba silenciadora na porta de "saída de emergência". — disse fingindo estar preocupado. joão: certo! — logo vejo a porta e vou correndo até lá. pego a tal bomba na minha mochila, não a usamos antes porque estava em fase de testes, mas é a nossa única chance... e depois de ser colocada no cadeado da porta, a bomba explode sem fazer nenhum barulho, jogando o cadeado para bem longe. abro a porta e deixo os garotos passarem... e antes que eu consiga sair, ouço barulhos de tiro vindo em minha direção, não paro para olhar, apenas corro o mais rápido que consigo. — vão para o carro de vocês e peguem caminhos diferentes. agora! — ordeno e eles vão. — assim que alcanço o meu carro, abro rapidamente a porta, entro no mesmo. pego a chave no bolso e tento ligar a ignição; mas é em vão! — que porra! — teles... o meu carro não quer ligar, pega o caralho da moto e manda alguém me buscar! — falo através do microfone, e desço do veículo; correndo feito um condenado pelas ruas do local. (enquanto isso) teles: algo não está certo... giovanna: como assim? — indaguei com desespero. teles: alguém deu órdem dispensando os capangas, e a outra van já foi embora... lari: como é? teles: e para piorar... só tem nós três aqui e eu não posso simplesmente largar a van e pilotar a moto. lari: eu vou! teles: o quê? lari: me da a porra da chave da moto, que eu vou buscar o joão! #criminalove_imagine

comment 1,119 star 3,916 March 2017

Criminal love - capítulo 242 (joão guilherme narrando: não levamos mais do que dez minutos pra chegarmos até o banco. larguei o meu carro em um beco que tem ao lado do e os garotos. escolheram outros lugares para estacionarem os carros. caminhamos minunciosamente até o enorme portão, que rodeia os fundos do banco e pulamos com facilidade; mesmo com a cerca elétrica de alta potência que o abrangia. temos experiência... juntos, colocamos nossas máscaras, as luvas e seguimos até a janela que o segurança falou. carlos se faz de escada humana pra zé subir e abrir a janela.) zé felipe: certo, agora entrem e sejam rápidos. quando forem descer tenham cuidado para não fazer muito barulho. e lembrem-se, vamos ficar todos juntos! carlos: certo. — passamos um a um pela janela, começamos a correr pelo corredor. vasculhamos o local e após uma longa procura, joão encontrou o cofre. joão: achei! — informei aos garotos e zé colocou um dispositivo sobre o mesmo, e logo a senha foi descoberta. adentramos o cofre, e sem mais delongas começamos a abrir as gavetas, retirando todo o dinheiro que víamos pela frente. porém algo chamou a minha atenção... logo no canto, tinha um pem drive bem pequeno. tomei-o em mãos, e tornei a me concentrar no assalto. minha mochila já estava cheia, e a dos garotos também, mas cada vez queríamos mais e mais... estava indo tudo bem, o golpe parecia impecável... até que ouço um barulho de sirene ecoar. — estão ouvindo? — pergunto e eles param o que estão fazendo, me olhando assustados. carlos: o que? joão: parece barulho de sirene. — digo tentando ouvir, mas já não consigo mais. zé felipe: deve ser impressão sua. — dei de ombros e voltei a ensacolar a grana, até que a voz de lari nos interrompe, falando em ambas as escutas. lari: saiam logo daí, alguém acionou a polícia e vão cercar o local! #criminalove_imagine

comment 576 star 3,704 March 2017

#repost @imaginejoaoelarii (larissa manoela narrando: gih e eu atravessamos o lado inferior do palanque aonde aconteciam as apresentações de dança, e convencemos os seguranças a nos deixarem entrar. "o que o dinheiro não, faz não é mesmo?" assim que tivemos acesso a área caímos na pista, e sem nenhum pudor começamos a dançar. estava tocando: naughty girl - beyonce, uma música com o rítimo envolvente e sensual... rebolava, requebrava e descia até o chão e gih fazia o mesmo... não arrisquei a sensualizar no poste de pole dance em que as dançarinas profissionais dançavam, mas dei o meu melhor na superfície da pista. olhares maliciosos eram lançados sobre nós, e os homens e até mesmo algumas mulheres nos "comiam" com os olhos) carol: ei jojo, aquela ali não é a menina feia que estava se insinuando para você ainda há pouco? joão: espera... — eu estava "brisando" — de quem você está falan... — rolo meus olhos logo à frente, esbugalhando os mesmos ao constatar de quem se tratava. era a larissa, a minha larissa dando um show para esses babacas! ela remexia, rebolava e balançava seus cabelos de um lado para o otro, enquanto deslizava suas mãos pelo seu esculpido e delicioso corpo. — mas que porra! — esbravejei e acidentalmente, acabei derrubando o meu shot de tequila no vestido da carol. carol: aaah!!! você arruinou ou meu vestido caríssimo! — choraminguei. joão: foda-se! — a empurrei de minha frente, e saí pisando duro em direção a larissa. impaciente, esmurrei os seguranças e invadi a pista de dança, dando fim aquela àquela palhaçada. chamei carlos para pegar a gih, enquanto eu puxava a lari pelo braço, afastando-a daquele lugar. — você está louca? lari: para de grita comigo! você não tem nenhuma moral para falar de mim! volta para a sua loira, e me deixe em paz! joão: ok eu vou... mas antes fique sabendo que isso era uma armação! carol é filha de sheldo, o dono do cassino e banco que vamos assaltar, eu não tenho nada com aquela garota, só a seduzi para porque era tudo parte do plano, mas seu orgulho mesquinho me impediu de te avisar! lari: haa. — tentei formular alguma frase, mas honestamente não sabia o que dizer. #criminalove_imagine #jolari

comment 0 star 13 March 2017